Agente durante ação/Foto: Divulgação Semuc
A população de Boa Vista deve estar atenta sobre os cuidados e evitar a proliferação do Aedes aegypti. A Superintendência de Vigilância em Saúde (SVS) divulgou o resultado do 2º Levantamento Rápido de Índice (LIRAa) de 2023 em Boa Vista, ocorrido em maio.
O mosquito causa as doenças: dengue, zika e chikungunya, por isso, é importante permanecer em alerta para evitar epidemias.
De acordo com os resultados, Boa Vista apresenta Índice de Infestação Predial de 4,9%. Sendo que o satisfatório é abaixo de 1%. Dos 8.295 imóveis pesquisados, 407 deram positivos para larvas de Aedes aegypti e 59 para Aedes albopictus. Ambos superiores ao levantamento anterior, ocorrido em fevereiro deste ano. Foram pesquisados 58 bairros, onde 32 foram classificados como índice de alto risco, 17 médio risco e 9 baixo risco.
Assim, a superintendente de Vigilância em Saúde, Ana Paula Merval, alertou que o período chuvoso é um agravante para o acúmulo de água e formação de criadouros de mosquitos, gerando dados superiores aos do período seco. “A população deve ter atenção redobrada na hora do descarte de resíduos, evitando locais inapropriados como terrenos baldios e fazendo a limpeza de recipientes que sejam criadouros em potencial em seus quintais”.
Criadouros do mosquito: ainda conforme o levantamento, a maioria dos criadouros (37,9%) estão localizados no lixo, seguido por 33,3% em depósitos móveis como bebedouros, recipientes e vasos; 16,6% em pneus, 5,4% em depósitos fixos como calhas e lajes e 4,8% em depósitos ao nível do solo como barris, poços e tanques.
Dessa forma, o LIRAa recomenda que a população faça a verificação diária da parte interna e externa de seus imóveis. Considerando que o lixo doméstico é o principal criadouro contribuindo com a proliferação do mosquito.
Por fim, a Prefeitura segue atuando no município, visita as casas e alerta sobre os riscos, sobretudo nas áreas de alto índice. Além das visitas, as equipes de combate a endemias fazem bloqueio vetorial em casos identificados e pontos estratégicos e palestras sobre o ciclo de vida e eliminação do Aedes aegypti.
Para acessar o mapa e conferir os bairro que apresentam alto risco para dengue, clique aqui.
Fonte: Da Redação
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