Foto: Reprodução/Getty Images
Em quatro anos, Roraima registrou um aumento de 143% no eleitorado de jovens de até 24 anos, conforme dados divulgados pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
O principal aumento ocorreu entre adolescentes de 16 e 17 anos. Mesmo o voto não sendo obrigatório para essa faixa etária, eles somam atualmente 10.671 eleitores. Ainda segundo o TSE, nas eleições de 2020, por exemplo, somavam apenas 4.378.
Em entrevista à Rádio 93FM, a doutora em Ciência Política, Geyza Pimentel, destacou que além de campanhas sobre a importância do título eleitoral, esse aumento se dá pela necessidade de emissão de futuros documentos.
“O próprio TRE manda seus técnicos para as escolas para fazer essa divulgação. Isso está no Instagram, isso está nas redes sociais de todas as formas. Esse é um primeiro aspecto, quer dizer, há uma forte propaganda em cima desse público, que é um público que vai tirar o título pela primeira vez e que importa, em um segundo momento, por exemplo, para entrar em uma universidade. Ele precisa ter o título, o homem vai precisar ter o certificado de reservista, e assim por diante”, explicou.
A especialista também ressaltou a influência das redes sociais e de outros fatores, como as igrejas, para esse aumento.
“Eles acabam se deparando com essa questão, uma ideia muito forte do que está acontecendo no Brasil e no mundo. As pessoas não estão omissas. Por mais que eles busquem um certo tema dentro das redes sociais, sempre aparecem informações dessa natureza que vai chamar a atenção. São questões políticas. O que está acontecendo nos Estados Unidos? O que está acontecendo na Venezuela? Mas muitas vezes é chamada a atenção pelo próprio cantor, pelo próprio funkeiro, isso tudo vai chamando a atenção. E muitas vezes, nós temos um fator que é muito forte também: a igreja também faz um trabalho muito grande”, disse.
Para a doutora em Ciência Política, o aumento no número do eleitorado de jovens também pode ter influência de outro aspecto: a boca de urna.
“Muitas vezes vem da própria família. A própria família é mais um meio para ter mais uma fonte de entrada de recurso em um período eleitoral. Quer dizer, se tem mais um voto, possivelmente é mais uma pessoa paga de boca de urna. A gente não pode descartar essa possibilidade dentro de um estado onde é muito forte essa questão, isso é possível”, pontuou a especialista.
Fonte: Rádio 93FM
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