OIM realizou pesquisa entre migrantes de todo o país - Foto: Divulgação
Roraima abriga 64% das famílias de migrantes Warao da Venezuela, conforme relatório da Organização Internacional para as Migrações (OIM).
O estudo sobre deslocamento da população indígena refugiada e migrante venezuelana indica que mais de 5 mil indígenas tenham migrado para o Brasil.
A pesquisa mostra que até março deste ano foram identificadas as etnias Warao, E’ñepá, Kariña, Pemón (Taurepang, no Brasil) e Wayuu.
De acordo com a Casa Civil, dos 7.887 abrigados em Roraima, 1.827 são indígenas. Já no país, o total de migrantes indígenas entrevistados foi de 3.319.
Conforme a OIM, a maior parte das famílias (90%) vivia no Norte do país no momento da pesquisa. Apenas o estado de Roraima abriga 64% das famílias, seguido do Pará, com 15%.
Entre as etnias mapeadas, 70% das pessoas pertencem à etnia Warao e representam 89% das famílias e dos grupos. Em Roraima, é observada a maior diversidade de etnias identificadas na pesquisa devido a proximidade com o país vizinho.
Ainda de acordo com o estudo, todas as pessoas Eñepa e Pemón que participaram desta pesquisa estão localizadas em Roraima, nas cidades de Pacaraima e Boa Vista.
Os Warao, por outro lado, mesmo se concentrando principalmente em Roraima (50%), estão presentes em outros estados, com destaque para o Pará (19%).
A maioria dos entrevistados na pesquisa é do sexo masculino (52%) e metade (50%) está na faixa de 0 a 18 anos.
Entre os idiomas falados pelos entrevistados, o Warao (92%) é o mais abrangente. A população também fala o espanhol (77%), bem como o português (40%).
Além disso, as principais motivações para os indígenas migrarem são a situação econômica e a insegurança alimentar.
A Matriz de Monitoramento de Deslocamento Nacional sobre a População Indígena Refugiada e Migrante Venezuelana é a primeira pesquisa de perfil populacional nacional sobre o tema no Brasil.
A inciativa, lançada no dia 18, é feita em parceria com o Ministério da Cidadania (MC), o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH), a Fundação Nacional do Índio (Funai) e a OIM.
Fonte: Da Redação
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