Foto: Divulgação PMBV
Em alusão ao mês “Setembro Amarelo”, o projeto Crescer promove os Jogos da Juventude, com o objetivo de conscientizar os integrantes sobre a importância de cuidar da saúde mental, utilizando o esporte como ferramentas para motivar a participação e melhorar a qualidade de vida.
O evento iniciou nesta terça-feira, 1° e segue até dia 12 de setembro, na Vila Olímpica Roberto Marinho, nos turnos da manhã e da tarde.
Por meio da iniciativa da oficina de Esporte, Cultura e Lazer, as atividades reúnem integrantes de todas as oficinas do projeto. Sendo assim, ocorrem competições esportivas e brincadeiras tradicionais como: vôlei, pula corda, corrida de 1km, futebol society, queimada, tacobol, cabo de guerra, tênis de mesa e pebolim.
O instrutor da oficina de Esporte, Cultura e Lazer, Janesson Santana, falou sobre o planejamento e a execução das atividades que estão sendo promovidas. Ele explicou que os integrantes estarão envolvidos nas dinâmicas durante duas semanas.
“Nesta primeira semana, as atividades são exclusivas para as meninas, com brincadeiras como pula corda, tacobol e cabo de guerra. Na próxima semana, será a vez dos meninos participarem. Essas atividades têm como objetivo trabalhar a questão do lazer em locais públicos, que são peças fundamentais no desenvolvimento da saúde desses adolescentes”, disse.
Janesson também reforçou a importância da temática que guia o evento este ano: a saúde mental, trabalhada dentro da campanha Setembro Amarelo. “É gratificante trazer esse momento de lazer e esporte para os integrantes, ainda mais nesse mês de setembro. É fundamental para que eles possam cuidar do emocional e ainda, melhorar a qualidade de vida” explicou.
Com cerca de um ano no Projeto Crescer, a integrante da oficina de Corte e Costura Sara Pereira, de 16 anos, compartilhou sua experiência com os Jogos da Juventude. Ela mergulhou de cabeça nas atividades esportivas, destacando o valor da integração. “A experiência está sendo boa, porque é a primeira vez que participo dos jogos. A galera toda está reunida aqui e é sensacional jogar com eles. Eu vou participar de todas as atividades, mesmo sem treinamento. Eu não treinei para o cabo de guerra, mas fui lá, tentei e é sobre isso”, relatou.
Com dois anos de vínculo com o projeto, a integrante Camila Rodrigues, de 17 anos, também da oficina de Corte e Costura, compartilha sua perspectiva sobre a importância dos jogos. Para ela, que já vivenciou a edição anterior, o evento é um momento aguardado e especial.
“É uma forma da gente se descontrair e estabelecer a socialização com as outras oficinas. Jogarei apenas queimada, porque eu não sou boa em outras modalidades, mas ficarei na torcida pelos demais, acompanhando eles”, destacou.
Fonte: Da Redação
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