Todas as comarcas do TJRR funcionam à base de energia solar - Foto: Nucri/TJRR
Quando se fala em gerar energia limpa e renovável, Roraima se destaca. O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) publicou uma reportagem e citou o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) como uma das Cortes que investe em ações importantes no campo da sustentabilidade.
“O projeto Lumen, elencado no PLS do TJRR e associado ao indicador referente a energia elétrica, permitiu que o órgão opere hoje com 100% de uso de energia solar”, diz um trecho na íntegra da reportagem do CNJ.
Os tribunais brasileiros têm implementado ações onde consideram o que é ambientalmente correto e socialmente justo. Logo, os Planos de Logística Sustentável (PLS) estão previstos na Política de Sustentabilidade do Judiciário, conforme a Resolução CNJ n. 400/2021.
Eles possibilitam a coordenação do fluxo de materiais, serviços, ações e informações que circulam nas instituições. No plano, há objetivos e responsabilidades definidas, indicadores, metas, prazos de execução, mecanismos de monitoramento e avaliação de resultados.
Conforme o presidente da Comissão Permanente de Sustentabilidade e Responsabilidade Social do CNJ, conselheiro Giovanni Olsson, a Política de Sustentabilidade no âmbito do Poder Judiciário, coloca a Justiça como protagonista.
“A sustentabilidade é mais do que um conceito transgeracional da nossa responsabilidade no presente para com as gerações futuras. É um referencial civilizatório, que afirma a dignidade da pessoa humana na vida em sociedade em perfeita sintonia com o planeta”, destaca.
O PLS de cada um dos 92 tribunais deve estar alinhado à Estratégia Nacional do Judiciário e, também, aos próprios Planos Estratégicos dos órgãos. Esse alinhamento inclui especialmente a Política de Governança de Contratações do órgão que, em conjunto com os demais planos institucionais e de Gestão de Pessoas, determina o caminho para que os tribunais sejam instituições eficazes, responsáveis e transparentes.
Portanto, o plano traz também a designação das unidades gestoras responsáveis pelo levantamento dos dados. Isso além da série histórica de gastos e consumos relativos aos indicadores mínimos, a metodologia de implementação, de avaliação do plano e monitoramento dos resultados. A cada ano, os órgãos consolidam seus resultados em relatórios específicos e informam ao CNJ a execução dos planos.
Em Roraima, o projeto Lumen permitiu que o órgão opere hoje com 100% de uso de energia solar. Essa potência é gerada por 3.300 painéis solares instalados em todos os prédios das comarcas da capital e do interior do estado. De acordo com o Relatório Anual de Desempenho do TJRR, publicado no ano passado, a economia gerada pelo uso da energia solar equivale a menos 756 toneladas de gás carbônico (CO2) lançados à atmosfera e à preservação de 13.386 árvores.
A chefe do setor de Gestão Socioambiental do TJRR, Ana Lívia Sá, atribuiu os resultados à conscientização e sensibilização de magistrados, servidores, bem como estagiários e terceirizados do tribunal.
“É necessário combater o desinteresse e a falta de informação. Enquanto algumas pessoas possuem noção da importância da preservação ambiental, outras não se importam. Ou não agem para mudar o meio ambiente, pois não se sentem afetados pelas mudanças. Além disso, há quem não compreenda a urgência de repensar hábitos de consumo e métodos de produção, pois o conhecimento sobre o assunto infelizmente não é disseminado amplamente”, afirmou.
Fonte: Da Redação
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