Foto: Agência Brasil
A morte da brasileira Juliana Marins, de 26 anos, em uma das trilhas no Monte Rinjani, na Indonésia, reacendeu o alerta para os riscos do chamado turismo de aventura. O acidente ocorreu na madrugada do último sábado (21), quando a jovem caiu da borda da cratera de um vulcão. Além disso, a equipe só localizou o corpo dela após quatro dias de buscas.
O caso chamou a atenção para a importância de planejamento e segurança ao realizar trilhas em regiões desconhecidas, principalmente em áreas de difícil acesso e com condições climáticas adversas.
Segundo a Agência Nacional de Busca e Resgate da Indonésia (Basarna), a demora no início do resgate ocorreu porque a queda só foi comunicada horas depois, quando um dos integrantes do grupo conseguiu chegar a um posto de apoio. A caminhada, em terreno de difícil acesso, levou várias horas. Somente depois disso as equipes iniciaram a subida até o local do acidente.
Especialistas alertam que trilhas exigem mais do que disposição física. É preciso planejamento, atenção ao clima, conhecimento da rota e, sempre que possível, o acompanhamento de um guia credenciado. Isso vale tanto para quem faz trilhas em outros países quanto para quem percorre rotas ecológicas aqui no Brasil, inclusive em Roraima.
Pesquise sobre o percurso, o grau de dificuldade, o tempo estimado e as condições do local. Nunca subestime uma trilha, mesmo que ela pareça simples.
Evite fazer trilhas em dias com previsão de chuva, ventos fortes ou baixa visibilidade. O clima pode mudar rapidamente, principalmente em áreas montanhosas ou de floresta densa.
Vista roupas confortáveis e, se possível, impermeáveis. Escolha calçados com boa aderência, como botas ou tênis próprios para trilha, que ofereçam segurança em terrenos irregulares.
Hidrate-se constantemente e leve lanches rápidos, como frutas, castanhas ou barras de proteína. Isso ajuda a manter a energia durante o trajeto.
Leve o celular com bateria completa e, se possível, carregador portátil. Em caso de emergência, isso facilita a localização e o contato com equipes de resgate.
Evite percorrer trilhas sem companhia. Sempre informe alguém de confiança sobre o roteiro e o horário previsto de retorno.
Siga apenas trilhas oficiais e respeite placas e indicações ao longo do caminho. Evite atalhos ou rotas desconhecidas, que podem aumentar o risco de acidentes.
Por fim, se houver algum imprevisto, mantenha a calma e permaneça no local. Acione o Corpo de Bombeiros pelo telefone 193 e aguarde o resgate. Fazer trilhas pode ser uma experiência incrível de conexão com a natureza. No entanto, a segurança deve vir sempre em primeiro lugar. Com os cuidados certos, é possível aproveitar cada percurso com tranquilidade e responsabilidade.
Fonte: Agência Brasil
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