Foto: Divulgação
O Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF) está reunindo representantes de 2.023 municípios, em encontros presenciais em 18 estados, com o objetivo de contribuir para a melhoria dos processos de escuta de crianças e adolescentes que já foram vítimas ou testemunharam violências.
A iniciativa faz parte das capacitações do Selo UNICEF. Uma das principais iniciativas para a garantia de direitos de meninas e meninos na Amazônia Legal e no Semiárido brasileiros. Em Roraima a capacitação acontecerá em Boa Vista na terça-feira, 4 de julho, de 8h às 17h, na Avenida Cap. Ene Garcês, nº 1874, bairro Centro.
Nos encontros “Acolher e proteger: como promover espaços de escuta de crianças e adolescentes vítimas ou testemunhas de violência”, o UNICEF e seus parceiros implementadores vão capacitar gestores e técnicos de municípios que participam do Selo UNICEF.
Assim, para isso, serão discutidos os passos necessários, a exemplo da constituição de um comitê, definição do fluxo e do protocolo para uma ação mais coordenada e integrada de atendimento às crianças e aos adolescentes vítimas ou testemunhas de violência. Além do apoio técnico, o UNICEF disponibiliza metodologias e ferramentas para a adoção municipal das medidas.
Do mesmo modo, o Panorama da Violência Letal e Sexual contra Crianças e Adolescentes no Brasil, realizado em parceria com o Fórum Brasileiro de Segurança Pública (FBSP), indicou que 180 mil crianças e adolescentes de até 19 anos sofreram violência sexual entre 2017 e 2020. Uma média de 45 mil por ano.
Além disso, crianças de até 10 anos representam 62 mil das vítimas nesses quatro anos – ou seja, um terço do total. Como resultado, a grande maioria das vítimas são meninas – quase 80%. Para elas, um número muito alto de casos envolve vítimas entre 10 e 14 anos de idade, sendo 13 anos a idade mais frequente. Para os meninos, o crime se concentra na infância, especialmente entre 3 e 9 anos de idade. A maioria dos casos ocorre na residência da vítima. E, para os casos em que há informações sobre a autoria dos crimes, 86% dos autores eram conhecidos.
Fonte: Da Redação
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