Foto: TV Imperial
O Sindicato dos Empregados em Estabelecimentos Privados de Serviços de Saúde de Roraima moveram uma Ação Civil Pública contra a Unimed Fama. Nela, a entidade questiona a legalidade da demissão em massa de 300 funcionários que atuavam no local, ocorrida em julho do ano passado.
“Não teve participação prévia do Sindicato na demissão coletiva. O Sindicato não foi cientificado anteriormente à demissão e todos os trabalhadores foram pegos de surpresa com a demissão. O segundo ponto que também fundamenta a ação foi a fraude na assinatura do acordo coletivo de trabalho, que os trabalhadores alegam que foi feito com uma federação que é de São Paulo e eles não tiveram participação”, explicou o advogado representante do Sindicato à TV Imperial, Felipe Kaliu.
Segundo a operadora de planos de saúde, as dificuldades financeiras levaram ao pedido de recuperação judicial da empresa na 16ª Vara Cível de Manaus. Elas teriam sido necessárias para cumprir o plano levado à Justiça. Agora, está em fase de preparação para pagar as indenizações trabalhistas dos funcionários.
O Sindicato pede que a Unimed e o Conselho de Administração da Federação das Unimeds da Amazônia, a Fama, paguem multa de R$ 200 mil por danos morais coletivos e mais R$ 5 mil para cada trabalhador afetado como dano moral individual.
Apesar das tentativas, o representante da entidade sindical na Ação Civil alega que a operadora não se dispõe a firmar um acordo.
“Os juízes estão até fomentando, estão estimulando que as partes façam um acordo. No entanto, a Unimed fala que eles não têm permissão para fazer acordo em processos individuais. Então nós não tivemos outra alternativa a não ser ajuizar essa Ação Civil Pública, porque os trabalhadores estão injustiçados, estão no prejuízo e querem uma reparação que seja reconhecida pela Justiça do Trabalho”, disse.
Com as demissões ocorridas em 2024, as atividades do hospital da Unimed em Boa Vista foram encerradas. Antes, laboratórios e clínicas conveniadas já tinham suspendido atendimentos pelos planos devido à falta de pagamento por parte da empresa.
Fonte: TV Imperial
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