Foto: divulgação
A Cia Arteatro abre neste sábado, 11 de outubro, às 19h, a exposição “Travessia”. Ela celebra os 32 anos de atuação da companhia e os 18 anos do Usina Cultura. O evento gratuito acontece na sede da companhia, localizada na Rua Raio Solar, 509, bairro Jóquei Clube. A iniciativa marca um momento especial na trajetória de um dos grupos teatrais mais tradicionais de Roraima.
A exposição “Travessia” reúne memórias, imagens, figurinos, assim como objetos cênicos e registros que contam a história da Cia Arteatro. Ademais, sua caminhada pela formação artística, valorização da cultura local e democratização do acesso ao teatro. A mostra também homenageia o Usina Cultura, ponto de cultura que há 18 anos abriga apresentações, oficinas e eventos culturais na periferia de Boa Vista.
A abertura será marcada por uma programação artística diversa, que reflete o espírito coletivo e multifacetado da companhia. Para os integrantes da Cia Arteatro, a exposição não só resgata memórias e conquistas, mas também inspira outros artistas e grupos a seguir produzindo arte em Roraima. A exposição ficará em cartaz por um mês, com visitação gratuita.
“Mais que uma retrospectiva, ‘Travessia’ é um convite à memória, à arte e ao encontro. Uma celebração da resistência cultural construída de forma coletiva, que segue inspirando novas gerações de artistas e espectadores”, frisa Márcio Sergino, diretor artístico e gestor do Usina.
Contudo, Márcio ressalta, ainda, os desafios enfrentados ao longo das três décadas de trajetória do grupo e celebra a conquista de manter uma companhia ativa por tanto tempo. Para ele, a exposição também serve como “incentivo para outros grupos, mostrando que é possível produzir teatro com dedicação, planejamento e presença no palco, fortalecendo a cena cultural de Roraima e levando seu nome a outros lugares”.
Silmara Costa, atriz, produtora cultural e gestora do Usina Cultura, comenta a emoção da abertura da exposição. “É muito bonito ver toda essa história, os caminhos, todas as pessoas que passaram no grupo e visualizar que a gente chegou até aqui. Não é fácil você produzir permanentemente, então acho que dá um orgulho também de olhar para nossa história e ver que a gente conseguiu chegar até aqui, mesmo com os percalços, ver onde a gente conseguiu chegar com o nosso trabalho em diferentes lugares, espaços. É bem bonito, isso deu uma certa nostalgia”.
19h – Abertura oficial da exposição
19h às 19h30 – Exibição do curta-metragem “Nascimento, um artista chamado Anderson”
19h40 – Sarau com participação de Neto
20h às 20h15 – Apresentação da performance “Navio Negreiro”
20h20 em diante – Sarau com Aravis, grupo Pássaro-Poesia e convidados
21h às 22h30 – Encerramento musical com Caboco Beats
Local: Rua Raio Solar, 509 – Jóquei Clube, Boa Vista/RR
Visitação: 11 a 30 de outubro
Aberto ao público | Entrada gratuita
Conforme a Cia, a programação de Travessia se estende ao longo de todo o mês de outubro, com uma série de atividades culturais e educativas realizadas no Espaço Usina Cultura, em Boa Vista. Além da mostra comemorativa pelos 32 anos da Companhia Arteatro e 18 anos da Usina Cultura, o público poderá participar de instalações interativas, oficinas, sessões de cinema, além de saraus e ações de mediação educativa.
As instalações permanentes incluem o Céu do Norte – Bichos do Teto, o Baú da Justiça Climática / Varal de Ideias, a Cartografia em Tecidos – Gotas de Saberes. A exposição Entre Rios (Sesc) e o percurso Corda do Tempo.
Estão previstas ainda visitas escolares mediadas (13, 15, 22 e 24/10), oficina de construção de instrumentos indígenas com o artista Dones (24/10), além de sessões de cinema infantil e intervenções de palhaçaria com Locombia.
A mediadora cultural Gyulle Anne Teixeira Cunha, é quem coordena as atividades que têm como foco o diálogo entre arte, educação e meio ambiente. Dessa forma estimulando a escuta, a imaginação e a participação criativa do público e, principalmente, o infantil.
“As atividades educativas são o coração de Travessia. Elas criam um espaço de encontro entre o olhar sensível da arte e a curiosidade viva do público. Durante a exposição, esses momentos ajudam as pessoas a se reconhecer nas histórias, nas imagens e nas questões do nosso território, desde o cuidado com a natureza até os afetos que atravessam o fazer teatral e a história da Cia e do espaço cultural”, descreve a mediadora.
Fonte: Da Redação
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