Foto: Agência Brasil/Cartão de Crédito
A taxa média de juros do rotativo do cartão de crédito voltou a subir e alcançou 451,5% ao ano em agosto, segundo o Banco Central. O índice é o maior para o mês desde 2016, quando atingiu 482,7%. Em relação a julho, houve alta de 5,3 pontos percentuais, já que a taxa estava em 446,2%.
Na prática, qualquer dívida feita no cartão de crédito cresce cinco vezes em apenas um ano, caso a fatura não seja paga na data do vencimento. Um exemplo mostra o impacto: quem devia R$ 800 em agosto do ano passado precisa desembolsar R$ 4.412 hoje, sendo R$ 3.612 apenas de juros.
Apesar da disparada, desde janeiro está em vigor a regra do Conselho Monetário Nacional que limita a cobrança a 100% da dívida. Assim, uma fatura de R$ 200, por exemplo, não pode ultrapassar R$ 400 com os encargos. As estatísticas do Banco Central, no entanto, projetam os juros de forma anualizada, mesmo que o consumidor permaneça apenas alguns dias no rotativo.
O cheque especial, segunda linha de crédito mais cara, apresentou queda: passou de 138,2% em julho para 137,9% ao ano em agosto. Nesse caso, uma dívida de R$ 800 pode saltar para R$ 1.903 em 12 meses.
Já o crédito consignado, que tem desconto em folha, registrou alta de 0,3 ponto percentual e chegou a 26,7% ao ano, o maior patamar para o mês desde 2017. Entre as modalidades, beneficiários do INSS pagam 24,1% ao ano, servidores públicos 24,8% e trabalhadores da iniciativa privada até 56,3%.
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