Economia

Rendimento mensal dos roraimenses cresce 11% entre 2022 e 2024

O rendimento mensal real domiciliar per capita no Brasil de 2024 divulgado no dia 8 de maio pelo IBGE, chegou ao maior valor da série histórica desde que foi iniciada em 2012 alcançando ao valor R$ 2.020. A alta foi de 16,8% acima da inflação em relação a 2022, quando era de R$ 1.730 a preços de hoje.

Em Roraima, o rendimento mensal real domiciliar per capita chegou a R$ 1.513 no ano passado. Uma alta de 11% em relação a 2022, quando era de R$ 1.363 a preços de hoje. Além disso, pesquisa traz dados de rendimentos provenientes de trabalho e de outras fontes, bem como aposentadoria, pensão e programas sociais.

Entre os indicadores de destaque, estão a massa de rendimento médio mensal real domiciliar per capita, o rendimento médio real de todas as fontes, o rendimento médio de outras fontes e o Índice de Gini do rendimento médio mensal real domiciliar per capita. Há dados para Brasil, grandes regiões e unidades da federação

Crescimento das rendas por regiões

Conforme os dados, todas as unidades da Federação tiveram incremento real no período 2022-2024, e em 19 delas houve recorde. As informações são do módulo anual PNAD Contínua: Rendimento de Todas as Fontes. 

Entretanto, a região Sul foi a que apresentou o maior rendimento mensal real domiciliar per capita em 2024 (R$ 2.499). Logo em seguida, a região Sudeste (R$ 2.381), a Centro-Oeste (R$ 2.331), a Norte (R$ 1.389) e a Nordeste (R$ 1.319). Entre as unidades da Federação, o Distrito Federal (R$ 3.276) liderava, com São Paulo (R$ 2.588) e Santa Catarina (R$ 2.544) a seguir. O menor valor foi do Maranhão (R$ 1.078), seguido por Ceará (R$ 1.210) e Amazonas (R$ 1.231).

Infográfico: Todas as UFs tiveram incremento real do rendimento mensal real domiciliar per capita no período 2022-2024, e em 19 delas houve recorde.

 

Outros indicadores alcançaram seus maiores valores reais desde 2012: o rendimento habitualmente recebido em todos os trabalhos (R$ 3.225) é o mais alto da série histórica, assim como o rendimento de programas sociais do governo (R$ 836). A desigualdade de renda, medida pelo Índice Gini (0,506), também atingiu o nível mais baixo da série histórica na renda real domiciliar per capita, em expressiva redução comparada com 2023 (0,518) e ainda mais com o período pré-pandemia, em 2019 (0,544).
 

Do mesmo modo, a população no Brasil registrou recorde com algum tipo de rendimento em 2024, que chegou a 143,4 milhões. Já a população que recebe benefícios provenientes de programas sociais do governo cresceu de 18,6 milhões em 2023 para 20,1 milhões em 2024.

Fonte: Da Redação.

Gabriel Mello

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