Foto: Dragana_Gortic/Freepik
Alunos da Escola Municipal Tolentino Gomes da Silva, na Vila do Roxinho, em Mucajaí, interior de Roraima, estão há mais de duas semanas sem ir às aulas devido à falta de transporte escolar. O ano letivo termina em 28 de novembro.
Conforme a mãe de um estudante, que prefere não se identificar, as duas Kombis responsáveis pelo transporte quebram com frequência e, mesmo após o secretário de Educação e o proprietário dos veículos ficarem cientes do problema, não houve solução.
“As Kombis só vivem quebradas. Já foi passado para o secretário e o proprietário das Kombis e mesmo não dá nem uma satisfação. Não bastava uma Kombi quebrada, agora são duas. Quem mais sofre com tudo isso são as crianças, pois a Kombi passou o ano mais quebrada do que ajeitada. E com isso as crianças deixam de aprender”, disse a mulher.
Conforme a denúncia, a maioria das famílias de alunos moram em áreas rurais, a quilômetros de distância da unidade escolar, sendo muitas dependentes do serviço de transporte da Prefeitura.
“Nós, as famílias do interior do Roxinho, dependem totalmente do transporte escolar para que as crianças possam estudar. A maioria mora em áreas rurais e distantes da escola, e muitos pais não têm veículo próprio, nem condições de pagar transporte particular. Sem as Kombis, as crianças ficam impossibilitadas de frequentar as aulas. E os pais se sentem de mãos atadas, porque querem que os filhos estudem, mas não têm como levá-los até a escola”, falou a mãe.
Com o fim do ano letivo se aproximando, pais temem mais prejuízos à educação dos filhos e, por isso, cobram soluções urgentes às autoridades. “Quando o transporte não funciona, as crianças perdem aprendizado, os pais são cobrados injustamente pelas faltas, e a educação da comunidade inteira é prejudicada”, destacou a mulher.
Procurada pelo Roraima em Tempo, a Prefeitura de Mucajaí negou que o serviço de transporte escolar tenha sido interrompido. Na localidade citada, o Município afirma que houve uma intercorrência mecânica com um dos veículos usados pela empresa contratada. Tal situação, contudo, não teria resultado na suspensão integral do transporte escolar na região, sendo adotadas medidas emergenciais para garantir o atendimento aos estudantes, destacou a nota.
Ainda de acordo com a Prefeitura, após ser comunicada da ocorrência, a Secretaria de Educação, por meio da fiscalização de contrato, notificou formalmente a empresa responsável, determinando a manutenção e regularização do veículo e o restabelecimento pleno da rota.
“As providências estão em curso, com reforço operacional para assegurar o transporte adequado e contínuo dos alunos da comunidade”, pontuou trecho da nota.
Fonte: Da Redação
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