Sede da Secretaria de Educação e Desportos (Seed)- Foto: Divulgação/Seed
Professores denunciaram à Rádio 93 FM que o Governo do Estado não quer receber títulos para incorporação de progressões. Conforme a denúncia, Leila Perussolo, ex-secretária de Educação, criou resistência em garantir as progressões.
As progressões verticais por titularidade de seis professores da rede estadual não foram pagas pelo governo desde 2018, quando os profissionais apresentaram títulos da Faculdades Integradas de Ariquemes (Fiar), que tinha um polo em Boa Vista.
Um professor, que não quis se identificar, relatou que foram realizados todos os processos de análise para aprovação. No entanto, Leila Perussolo, que também é cunhada do governador Antonio Denarium (PP), barrou o direito dos professores.
“Quando fomos atrás para saber o que estava acontecendo, disseram que eles não iam dar a progressão da gente porque a secretária Leila não ia autorizar, não assinava essa progressão”, disse.
Ele afirmou que são professores de Matemática, Geografia e Educação Física. Além disso, há outros docentes que lecionam com esse certificado no município de Rorainópolis e até fora do país.
Outros já tiveram até a carteira do Conselho Federal de Educação Física expedida após a apresentação do título, uma vez que todos os certificados foram reconhecidos pelo Ministério da Educação (MEC).
O denunciante disse ainda que Perussolo perseguia os ex-professores e não efetuava o pagamento. “[…] Disse que enquanto ela fosse secretária de Educação, nós não íamos receber essa progressão”, contou.
Outros professores foram enquadrados com esse mesmo certificado. Entretanto, só conseguiram depois de recorrer à Justiça.
A denúncia é de que até uma professora teve o nome publicado em Diário Oficial para que fosse paga a progressão. Por outro lado, quando a ex-secretária descobriu, revogaram a publicação.
Procurada, a Secretaria de Educação disse que está convocando os docentes conforme as necessidades. Disse ainda que as denúncias não procedem.
Do mesmo modo, disse que a ex-secretária Leila Perussolo não possuía qualquer relação com a referida instituição, e também nunca interferiu nas decisões plenárias da Comissão de Gestão do Plano de Carreira dos Profissionais da Educação (CEPEB).
Quanto à citação de outras servidoras, as acusações também são improcedentes, uma vez que o Pleito de Progressão Vertical é avaliado pela CEPEB, cujo colegiado é constituído pela Organização dos Professores Indígenas de Roraima (OPIRR), Sindicato dos Trabalhadores da Educação (Sinter), Seed e Secretaria de Gestão e Administração (Segad).
Fonte: Rádio 93 FM
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