Resgate de Romano dos Anjos após o sequestro - Foto: Arquivo/Roraima em Tempo/Nonato Sousa
O ex-servidor da Assembleia Legislativa de Roraima (ALE-RR), Luciano Benedicto Valério deixou a prisão no dia 17 de outubro. Ele foi preso no dia 17 de setembro por suspeita de envolvimento no sequestro do jornalista Romano dos Anjos.
Acontece que, no último dia 4 de novembro, o Superior Tribunal de Justiça (STJ) julgou um pedido de habeas corpus do ex-servidor.
Conforme o ministro Jesuíno Rissato, existem no inquérito justificativas suficientes para a manutenção da prisão. Então ele negou o pedido.
Ele destacou que o Ministério Público de Roraima (MPRR) denunciou o ex-servidor por oito crimes. Entre eles, sequestro e formação de milícia privada.
A Rádio 93FM teve, nesta quinta-feira (11), acesso ao documento que comprova a saída de Luciano do sistema prisional de Roraima. Dessa forma, a emissora compartilhou o documento com o Roraima em Tempo.
Após tomar conhecimento da soltura de Luciano Benedicto, o MPRR pediu novamente a prisão. O órgão afirmou que o homem foi posto em liberdade indevidamente e explicou que a certidão carcerária mostra que a razão da soltura é o fim do prazo da prisão temporária, que é de 30 dias.
Contudo, o suspeito teve a prisão temporária convertida em preventiva no dia 3 de outubro. Ocorre que esta segunda modalidade de prisão não tem prazo para terminar.
O MPRR solicitou ainda que o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) determine à Secretaria de Justiça e Cidadania que informe em um prazo de cinco dias, o motivo pelo qual o ex-servidor foi posto em liberdade.
De acordo com o inquérito da Polícia Civil de Roraima (PCRR), Luciano Benedicto Valério trabalhava no setor de inteligência da ALE-RR. Ele era servidor da instituição quando o deputado Jalser Renier presidia a Casa.
As investigações comprovaram que o aparelho celular do ex-servidor se conectou à base da operadora próximo à casa de Romano dos Anjos.
Conforme a PCRR, Luciano Benedicto monitorou o jornalista por vários dias antes do sequestro. Então, no dia da prisão, se negou a entregar o celular à polícia. Ele disse que o havia perdido.
Procurado pela Rádio 93FM para saber os motivos para a soltura de Luciano, o Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) disse que o processo está em segredo de justiça. Do mesmo modo, a redação procurou o STJ, que também não respondeu.
Fonte: Da Redação
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