Foto: Divulgação
Em complemento a operação realizada pela Casa de Governo no Estado de Roraima, nos dias 25 e 26 de janeiro, o Comando Conjunto Catrimani II realizou, entre os dias 3 e 5 de fevereiro, a interdição da pista de Labilaska, e o vasculhamento na região, que fica situada a 265 quilômetros de Boa Vista, próxima ao rio Couto de Magalhães no estado de Roraima, na Terra Indígena Yanomami. A operação ocorreu com intenção de mitigar os danos causados pelo garimpo ilegal.
O objetivo foi inutilizar o aeródromo clandestino. O local tem sido um ponto estratégico para o transporte de suprimentos relacionados à extração ilegal. Além disso, outro objetivo é desarticular o fluxo logístico das atividades garimpeiras ilegais na região. Durante a ação, foram encontrados equipamentos que são utilizados como “carrinho de mão” pelos garimpeiros para transporte de material na reconstrução dessas pistas.
Conforme o Exército, os policiais utilizaram um helicóptero H-60 “Black Hawk” da Força Aérea Brasileira (FAB) para o deslocamento dos militares. Eles fizeram uso de 400 kg de explosivos para efetuar as detonações, reforçando a interoperabilidade e o esforço conjunto das forças.
O emprego de militares das Forças Armadas na área de Labilaska explora a elevada capacidade de prontidão das Forças Armadas. Assim, constitui um importante diferencial estratégico no enfrentamento dos ilícitos ambientais na Terra Yanomami. Isso porque que sua atuação pode ocorrer a qualquer momento, independentemente de horário, dia ou local.
De acordo com o Exército, essa flexibilidade operacional contribui diretamente para a desarticulação das estruturas de mineração ilegal que ameaçam a região.
“Esse tipo de ação contínua é fundamental para desencorajar o retorno de garimpeiros, manter a pressão dissuasória sobre rotas logísticas ilegais e consolidar o controle territorial, ampliando a proteção às comunidades indígenas, além de contribuir para a preservação ambiental.
A Operação Catrimani II é uma ação conjunta entre Órgãos de Segurança Pública, Agências e Forças Armadas, em coordenação com a Casa de Governo no Estado de Roraima, em cumprimento à Portaria GM-MD N° 5.831, de 20 de dezembro de 2024, que visa agir de modo preventivo e repressivo contra o garimpo ilegal, os ilícitos transfronteiriços e os crimes ambientais na TIY.
Fonte: Da Redação
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