Foto: Reprodução/Instagram/Roney Cruz
O comandante da Força Tática do Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), Roney Cruz, já teve a morte encomendada por uma facção criminosa. Ele deu detalhes do fato durante uma entrevista e publicou o recorte em suas redes sociais nesta quarta-feira (5).
Segundo o tenente da Polícia Militar de Roraima, que também já foi chefe da Divisão de Inteligência e Captura (Dicap), o criminoso veio de Brasília para cometer o crime. “Ele alugou um kitnet próximo da minha residência para me monitorar”, contou o PM.
Roney relata ainda que foi abordado por uma pessoa que o alertou sobre a situação. O comandante então passou a investigar o homem e descobriu junto à Polícia Militar que se tratava de alguém contratado para executá-lo.
“A gente reuniu a equipe da Força Tática e fomos lá checar, para verificar. Chegamos lá e era realmente esse criminoso que veio de Brasília, com uma extensa ficha criminal, conhecido como ‘Cofrinho'”, disse o tenente na entrevista.
O criminoso chegou a confrontar os policias com uma arma de fogo. O pistoleiro, que também tinha à disposição um colete balístico para cometer o crime, foi morto durante troca de tiros com a Força Tática, conforme detalha Roney.
“Ele tinha uma ponto 40 à disposição dele pelo crime, tinha um colete, porque ele ia executar um policial, então existia a possibilidade também de reação. Então ele já estava preparado com colete também. E aí, ‘CPF cancelado'”, narrou o PM.
Fonte: Da Redação
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