Foto: Diculgação/ PCRR
Um foragido, de 23 anos, especializado em atravessar veículos roubados em Roraima para vender na Guiana foi capturado na noite desta terça-feira, 1º, no bairro Distrito Industrial, zona Oeste de Boa Vista.
Conforme a Polícia Civil, há 19 registros criminais contra ele por roubo majorado, receptação, estupro, sequestro, violência doméstica e tentativa de homicídio. O jovem recebeu condenação em alguns processos. E também é considerado de altíssima periculosidade. Ele estava foragido desde outubro de 2024, quando teve o benefício da saída temporária.
A maioria dos crimes cometidos por ele estão ligados ao furto e roubo de veículos, principalmente motocicletas. As investigações indicam que o jovem fazia parte de uma rede criminosa transnacional.
“Antes de sua fuga, em um dos interrogatórios que fizemos com ele, M. D. M., confessou ter participado em, ao menos 50 crimes de furtos e roubos de motocicletas. Principalmente no período da pandemia da Covid 19, em que os alvos principais eram entregadores. Muitos desses veículos foram levados para a Guiana, onde foram comercializados ilegalmente”, detalhou o delegado Leonardo Michell.
A Polícia monitorava o foragido há meses. No entanto, no dia da captura, a polícia recebeu informações de que ele estaria se deslocando até a capital para buscar uma nova motocicleta destinada à venda no país vizinho. As investigações apontaram que, inicialmente, eles estariam no bairro Bela Vista. Com o apoio da Dicap, os agentes conseguiram abordá-lo em via pública, já no Distrito Industrial. No momento, o jovem estava acompanhado da namorada.
Durante a abordagem, o foragido tentou escapar correndo e fez menção de sacar uma arma na cintura. Por isso, diante da ameaça e do histórico do jovem, os policiais reagiram e o atingiram com um disparo de arma de fogo na perna.
Após a contenção, o resgate do Corpo de Bombeiros prestou os primeiros socorros e o encaminhou ao Hospital Geral de Roraima. Na unidade, ele recebeu atendimento médico. Em seguida, passou por exame de corpo de delito no Instituto de Medicina Legal (IML). Posteriormente, foi entregue à Divisão de Inteligência e Captura (Dicap).
Durante o período em que estava foragido, o criminoso usava perfis falsos em redes sociais para se esconder e manter o relacionamento com a companheira, também investigada por participação nos crimes. A jovem teria facilitado a fuga, assim como o comércio das motos na região de fronteira, além de ter familiares com dupla cidadania, o que favorecia o trânsito ilegal entre Brasil e Guiana.
Fonte: Da Redação
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