Polícia

Masamy Eda é preso pela Polícia Federal

O ex-deputado Masamy Eda foi preso pela Polícia Federal na manhã desta terça-feira, 27, após ser flagrado se desfazendo do celular durante o cumprimento de um mandado de busca e apreensão.

Após o flagrante, o ex-parlamentar foi encaminhado para o Instituto de Medicina Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito. Ele deve ser encaminhado para o sistema prisional de Roraima em seguida.

Masamy é investigado por fraude em licitações na Secretaria de Estado da Educação (Seed) e já foi alvo de outras duas operações recentes, sendo a última realizada na sexta-feira, 23. Na ocasião, foram cumpridos 8 mandados de busca e apreensão nas residências e empresas dos investigados.

A apuração teve início a partir da análise do material apreendido durante a primeira fase da operação, que apontou indícios de fraude no fornecimento de produtos como peixe e frango. As investigações também permitiram identificar que outros lotes do processo licitatório investigado teriam sido vencidos por três empresas supostamente vinculadas ao mesmo núcleo operacional e financeiro.

Além do cumprimento dos mandados, a Justiça determinou o sequestro e o bloqueio de bens e valores dos investigados até o montante total de R$ 45,3 milhões. Também foram impostas medidas cautelares como a suspensão das atividades econômicas, a interrupção de contratos públicos em andamento e o impedimento de participação em procedimentos licitatórios de empresa investigada.

Operação Escama

Na primeira fase, a PF indicou que os produtos entregues estariam em desacordo com o previsto contratualmente, comprometendo a qualidade da alimentação oferecida aos alunos. No dia 7 de agosto, a Polícia Federal apreendeu um carregamento de peixe na Seed. Conforme apurado pela reportagem, a empresa contratada para fornecer tambaqui para a merenda escolar, entregou mandi.

Além disso, há indícios de que a empresa envolvida atua, supostamente, como de fachada, sem estrutura compatível para cumprir o que está no contrato. O Roraima em Tempo apurou que os recursos utilizados no possível esquema são do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (Fundeb).

Fonte: Da Redação

Rosi Martins

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