Foto: Divulgação PCRR
A Polícia Civil de Roraima (PCRR) concluiu a investigação sobre um furto milionário ocorrido no dia 4 de maio deste ano em uma joalheria localizada dentro de um shopping no bairro Cauamé, zona Oeste de Boa Vista.
A ação criminosa resultou na subtração de uma grande quantidade de joias, com valor estimado em aproximadamente R$ 1 milhão.
De acordo com o delegado Matheus Fraga, responsável pelo inquérito, a investigação apontou que o crime foi praticado por um grupo criminoso altamente especializado, com atuação em diversos estados brasileiros.
No último crime em Boa Vista, os criminosos desligaram o sistema de alarme e as câmeras de segurança, arrombaram o cofre da loja e executaram o furto durante a madrugada. Na manhã seguinte, saíram do local se passando por clientes comuns do shopping.
Logo após o registro da ocorrência, uma equipe do GRI (Grupo de Resposta Imediata) da Polícia Civil de Roraima foi acionada e realizou as primeiras diligências no local, além de acionar a equipe de perícia. A investigação foi repassada posteriormente ao 3⁰ DP e seguiu de forma intensiva, resultando na identificação de cinco pessoas envolvidas no caso.
Segundo o delegado, a investigação já confirmou a participação direta de dois investigados, ambos denunciados pelo Ministério Público de Roraima. Outros dois integrantes tiveram a identificação como suspeitos. E um quinto envolvido ainda não teve a identidade confirmada, embora flagrado em imagens de câmeras de segurança.
Um quinto homem, ainda não identificado, teve a ação registrada pelas câmeras de segurança no momento da ação criminosa. O delegado informou ainda que as investigações apontam que os suspeitos naturais de Goiás são oriundos do município de Santo Antônio do Descoberto.
“Dois deles, H.M.S.A. e W.G.C., tiveram a prisão posteriormente no estado do Pará, em decorrência de outro furto cometido contra uma joalheria no Maranhão. O que confirma a atuação interestadual do grupo”, disse o delegado.
Para Matheus Fraga, os acusados integram uma organização criminosa especializada em furtos a joalherias localizadas em shopping centers.
“Eles estudam a rotina do shopping, identificam câmeras de segurança, horários de menor movimento e possíveis vulnerabilidades. A escolha por joias ocorre pelo alto valor agregado, o que permite lucro expressivo com pouca quantidade de material subtraído”, explicou.
A investigação também apurou relação com o furto ocorrido em janeiro de 2024, em outra loja da mesma rede, em um shopping no bairro Caçari. Na ocasião, o crime estava sob investigação pelo 1º Distrito Policial e resultou no indiciamento de W.C.S., preso em agosto de 2024 na Colômbia, por meio de articulação com a Interpol e o Ministério Público do Estado de Goiás.
Por fim, até o momento, segundo o delegado Matheus Fraga, não há indícios diretos de participação de funcionários do shopping no crime. No entanto, essa possibilidade não está descartada e segue sob apuração.
“A Polícia Civil de Roraima já identificou os autores diretos do furto e representou pela responsabilização criminal. O inquérito segue em andamento com o objetivo de identificar os demais integrantes do grupo e localizar as joias subtraídas”, concluiu o delegado Matheus Fraga.
Fonte: Da Redação
São Raimundo, Monte Roraima, Sampaio e Baré se classificaram
Queimas controladas anteriormente autorizadas foram suspensas temporariamente devido ao período de estiagem
Mãe do aluno afirmou que ele só está matriculado nesta escola porque quer que tenha…
PL altera o Código de Processo Penal para impedir que acusados de matar alguém dolosamente…
Criança faz uso do leuprorrelina, medicamento que serve para interromper temporariamente a puberdade em crianças…
Medida foi tomada após Impala comunicar recolhimento voluntário