Denarium fez comunicado nas redes sociais - Foto: Reprodução/Facebook/Antonio Denarium
Após as denúncias reveladas pela Rádio 93FM e Roraima em Tempo, o governador Antonio Denarium determinou o retorno das grávidas demitidas da Secretaria de Estado da Saúde (Sesau).
O chefe do executivo estadual publicou a determinação na tarde desta quinta-feira (9) em suas redes sociais. Apesar disso, não deu detalhes de como o retorno das mulheres vai ocorrer.
O Roraima em Tempo publicou a denúncia em 3 de dezembro. No dia, a reportagem contabilizou sete grávidas demitidas. Mas um novo levantamento aponta que são 14 e que podem haver mais.
Procurado, o governo disse que contratou as mulheres por meio de seletivo. Elas saíram após o fim do prazo.
Uma servidora que não quis se identificar informou que contraiu a Covid-19. Por isso, ela ficou entubada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HGR de janeiro à março deste ano. Logo após receber alta, ela solicitou afastamento e seguiu com tratamento em casa.
Contudo, em outubro deste ano, ao encaminhar o atestado de gravidez, o RH informou a servidora sobre a demissão.
“Passei todo esse período trabalhando, depois estive internada, tinha laudo médico. Agora, por causa da gravidez eles alegam que estão no direito deles e ficamos desamparadas”.
Da mesma forma, outra funcionária é a Edcleia Marinho. A enfermeira trabalhou por um ano e seis meses em Rorainópolis e em Boa Vista. Após descobrir a gravidez ela pediu afastamento, devido à pandemia da Covid-19. No entanto, depois disso, a Sesau não renovou o contrato.
Fonte: Da Redação
Serviço de checagem Senado Verifica alerta para boato sobre mudanças no programa Bolsa Família
Segundo Fiocruz, Região Norte ainda tem aumento de casos de influenza
Contrato foi firmado com a empresa Prosolo no valor de R$ 16,4 milhões para serviços…
Nova fase da educação municipal inclui mais unidades de ensino, mais vagas e transporte modernizado
Premiação nacional vai distribuir R$ 220 mil para trabalhos sobre cooperativismo de crédito. Inscrições seguem…
Legislação brasileira prevê pena de reclusão de quatro a dez anos e multa para quem…