Fachada do MPRR - Foto: Arquivo/Roraima em Tempo/Edinaldo Morais
A família da paciente Marcela Chaves Costa, de 36 anos, denunciou ao Ministério Público de Roraima (MPRR) a demora no tratamento no Hospital Geral de Roraima (HGR). A denúncia aconteceu na manhã desta segunda-feira (21).
A paciente passa por problemas após uma cirurgia para retirada de cálculo renal. Ela realizou o procedimento no dia 20 de outubro e sofre com muitas dores.
Dessa forma, com o apoio do MPRR, a mãe da paciente, que não quis se identificar, quer uma solução para o problema da sua filha.
“Eu espero que não aconteça com outras pessoas o que está acontecendo com a minha filha. Ela não está bem, se o hospital não tem condição de fazer o tratamento, que mande ela para fora. Eu quero ver minha filha viva. Ela tem filhos e um marido, quero ver ela bem, com a família dela”, disse.
Além disso, a família relatou que mesmo com as reclamações as equipes não solucionaram as dores que a paciente vem sofrendo.
“Depois da nossa denúncia no sábado [dia 19], o médico apareceu. Mas sumiu de novo, não foi domingo e nem hoje. Ele só fala que temos que ter calma. E eu falei para ele que não tem como ter calma, minha filha tá morrendo aos poucos”, pontuou.
A irmã da paciente denunciou no sábado (19) a situação da sua irmã para a redação do Roraima em tempo.
De acordo com ela, depois da primeira cirurgia, a sua irmã ficou internada por três vezes e teve que retornar ao HGR, pois os sintomas persistiam.
Ela tem a bexiga repleta de coágulos, o que explica o sangue que sai na urina na forma sólida. Portanto, sem nenhuma melhora e atendimento necessário, a família procurou o MPRR.
Procurada, a Secretaria de Saúde (Sesau) disse que o paciente vem recebendo todos os cuidados necessários durante o período de tratamento.
Afirmou ainda que a opção mais efetiva e rápida de parar o sangramento seria a nefrectomia, que é a retirada do rim prejudicado. No entanto, optou-se pela permanência dela no hospital até a melhora no quadro de saúde.
A pasta ressaltou que a decisão ocorreu em comum acordo entre a equipe médica, os familiares e a paciente.
Fonte: Da Redação
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