Foto: Divulgação/Secom
O Roraima em Tempo recebeu uma denúncia na noite desta quinta-feira, 23, sobre a gestante Chrislainy Layla Malheiro dos Santos, de 32 anos, que está internada na maternidade Nossa Senhora de Nazareth. Familiares relataram que ela já estava com o bebê morto há mais de 24 horas, esperando a realização do parto.
De acordo com a família, Layla procurou a unidade de saúde no dia 15 deste mês, mas o médico a orientou voltar para casa, pois segundo ele, não estava no momento da criança nascer.
Contudo, na quarta-feira, 22, ela voltou a dar entrada na maternidade, por volta das 17h, com fortes dores e já com 39 semanas. A cunhada da mulher relatou que, após passar por exames e horas de espera, a equipe médica informou, às 21h, que o bebê não tinha batimentos.
Ainda segundo a família da paciente, Chrislainy teve que ser submetida ao parto induzido, porque as dores pararam e não havia dilatação. “Estou com minha cunhada, ela está aqui desde ontem com a criança morta dentro dela. Agora, ela está sem as contrações e começaram a introduzir os comprimidos nela para ela parir. São muitas horas ela assim e a gente quer que façam uma cesariana nela” disse.
Bruno Araújo Gomes, marido da paciente, contou que, ao todo, seriam seis comprimidos até atingir a dilatação necessária. Caso Chrislainy não conseguisse, seria feito a cesariana, o que, para a família, é desumano por ter que esperar tanto tempo.
Indignado com a situação, Bruno então registrou um Boletim de Ocorrência contra a Maternidade. O marido acredita em negligência da equipe médica que, para ele, não deu a devida assistência à esposa. O homem teme pela vida da mulher e, agora, a família cobra justiça.
Em nota, a Secretaria de Estado da Saúde (Sesau) informou que a paciente foi ao Hospital Marterno Infantil Nossa Senhora de Nazareth no dia 15 de outubro relatando contrações. Na avaliação médica, concluiu-se que a paciente não estava em trabalho de parto, mantendo a avaliação fetal normal, sem perdas de líquido ou sangue.
Conforme a Pasta, a maternidade liberou a mulher após atendimento médico e administração de medicamento. E retornou no dia 22 de outubro, alegando que não sentia mais o bebê mexer.
Então, de acordo com a Sesau, paciente foi internada, e constatado o óbito fetal. Após isso, a equipe médica seguiu os protocolos do Ministério da Saúde que preconiza a via de parto vaginal por indução.
Além disso, a Secretaria destacou que a paciente passou por apenas três consultas pré-natais, sendo necessárias pelo menos seis, conforme orientação do Ministério da Saúde, sendo que a última consulta ocorreu em 22 de julho e não constava resultados de exames essenciais para o monitoramento da gravidez.
Fonte: Da Redação
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