Fiocruz alerta para o crescimento no número de óbitos - Divulgação
O boletim InfoGripe da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) mostra que desde junho Roraima permanece na zona alta de tendência para casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), desenvolvida em pacientes com Covid-19. O documento foi publicado na última sexta-feira (9) e analisa dados coletados de 27 de junho a 3 de julho.
De acordo com o boletim, Boa Vista e outras quatro capitais integram o nível alto de transmissão comunitária. Entre as capitais estão: Belém, Cuiabá, Palmas e Rio Branco. Nas demais capitais, os níveis estão classificados entre níveis alto ou superior. Com o cenário, a fundação alerta para o crescimento no número de óbitos.
“Tal situação manterá o número de hospitalizações e óbitos em patamares altos, com tendência de agravamento nas próximas semanas caso não haja nova mobilização por parte das autoridades e população locais”, destacou.
Apesar disso, nenhum dos estados está na zona de crescimento em longo prazo da doença. No entanto, os números de casos semanais permanecem elevados, sinalizando a necessidade da continuidade das medidas de prevenção já adotadas.
“O presente boletim mantém a recomendação da cautela em relação às medidas de flexibilização das recomendações de distanciamento para redução da transmissão da Covid-19 enquanto a tendência de queda não tiver sido mantida por tempo suficiente para que o número de novos casos atinja valores significativamente baixos”, destacou.
A instituição relembra que há possibilidade de subnotificações de SRAG em casos de rede hospitalar sobrecarregada, já que pacientes podem aguardar na fila por leitos, mas sem confirmação de diagnóstico para a síndrome.
“Locais com índice de ocupação de leitos elevado devem deixar os indicadores de SRAG em segundo plano em relação à tomada de decisão até que a ocupação volte a diminuir”, aconselhou.
A Ordem dos Advogados do Brasil em Roraima (OAB-RR) enviou ao Governo de Roraima no início de julho uma recomendação para ampliação de leitos no Hospital Geral de Roraima (HGR). No documento a entidade afirmava que a unidade estava em colapso enquanto pacientes aguardavam por uma ‘chance de salvação’. Eles aguardavam na fila da Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Na última semana, Roraima em Tempo revelou que havia leitos sem utilização no HGR. Após as denúncias, o Governo de Roraima ampliou o número de leitos na UTI de 54 para 74. Com o aumento, a unidade apresentou uma diminuição na taxa de ocupação para 74%.
Conforme o último boletim epidemiológico da Secretária Estadual de Saúde (Sesau) divulgado nesse domingo (11). No total, 255 pessoas estão internadas nas unidades hospitalares do estado.
Por Samantha Rufino
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