Foto: Breno Esaki/SES-DF
O Sistema Único de Saúde (SUS) agora oferta transplante de intestino e muiltivisceral como alternativa de tratamento definitivo para pessoas com falência intestinal ou outras condições raras relacionadas à insuficiência do intestino e outros órgãos abdominais.
Esses procedimentos são indicados para casos em que o intestino não consegue mais digerir ou absorver os nutrientes essenciais para o corpo, além de ser útil no tratamento de tumores abdominais e outras complicações graves.
Anteriormente, tais condições não tinham tratamento definitivo no país. Pessoas com falência intestinal contavam, até então, com tratamentos paliativos no SUS, que envolvem, entre alternativas, a nutrição parenteral, quando os nutrientes são administrados diretamente na corrente sanguínea. Embora fundamental para o cuidado de pacientes com essas condições, a nutrição pode trazer consequências para a saúde de pacientes, o que muitas vezes impossibilita a continuidade do tratamento.
Os dois procedimentos estavam disponíveis pelo SUS em alguns hospitais, devido a convênios estabelecidos pelo Ministério da Saúde. A iniciativa possibilitou que a incorporação ocorresse em um cenário de capacidade técnica já instalada no país, o que permitiu a ampliação.
Estudos mostram que, atualmente, cerca de 15 pacientes por ano precisam desses transplantes. Embora o processo seja complexo e a recuperação longa, ele oferece uma melhora significativa, permitindo uma rotina mais próxima da normalidade.
Além do custo do transplante em si, o MS também levou em conta os gastos com a manutenção da saúde dos pacientes. Estes, por muitas vezes, enfrentam complicações durante o tratamento. Um fator importante para a decisão de incluir tais procedimentos no SUS foi a necessidade de integrá-los ao Sistema Nacional de Transplantes (SNT).
Confira as principais diferenças entre os dois tipos de procedimento:
Procedimento cirúrgico que envolve a substituição do intestino delgado doente por um intestino saudável de um doador;
Indicado, principalmente, em casos de com falência intestinal grave ou complicação da nutrição parenteral total (NPT).
Procedimento cirúrgico em que dois ou mais órgãos abdominais (estômago, pâncreas, intestino delgado, fígado e, às vezes, o cólon) são transplantados ao mesmo tempo;
Indicado em casos em que múltiplos órgãos do sistema digestivo estão comprometidos e não podem tratar de forma eficaz com terapias convencionais ou transplantes de órgãos isolados.
Fonte: Da Redação
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