Comando de Policiamento da Capital -Foto: Reprodução/Google
O coronel Weslley Fernando Almeida dos Santos é o novo chefe do Comando de Policiamento da Capital (CPC). Ele foi nomeado pelo comandante-geral da Polícia Militar de Roraima (PMRR), coronel Overlan Lopes, no dia 1º de fevereiro.
Weslley assume o cargo anteriormente ocupado pelo coronel Péricles Dias de Araújo. Quem fica como subcomandante do CPC. Quem fica como subcomandante é o tenente-coronel Gutemberg Gonzaga da Silva.
Coronel Wesley era o chefe do Departamento de Informação e Inteligência em 2024, quando passou a ser investigado por violência doméstica.
No boletim de ocorrência, registrado pela vítima no dia 25 de junho daquele ano, ela relata ter sofrido violência física, psicológica e verbal, inclusive durante a gravidez. Segundo a mulher, o PM também já a ameaçou de morte com arma de fogo e a xingou de nomes como ‘p*ta’ e ‘vagab*nda’.
A vítima também afirmou à Polícia Civil que o marido era ciumento, possessivo e bipolar, que a proibia de ter contato com familiares e amigos e de ter acesso a dinheiro.
A mulher já havia registrado um boletim de ocorrência contra o militar em março de 2022, quando estava grávida de 8 meses. Eles chegaram a ficar separados por 2 meses e voltaram a conviver na mesma casa, ocasião em que, conforme a vítima, as agressões e ameaças se intensificaram.
Ainda de acordo com o relato, o suspeito fazia uso frequente de bebida alcoólica e ficava “mais agressivo e ameaçador”.
No dia em do registro do boletim de ocorrência, a mulher contou que teve outra discussão com o PM, em que ele estava “mais agressivo e debochado”, e disse à vítima que daria três dias para que saísse da residência com os filhos. Ela disse que não deixaria o local e o suspeito teria afirmado que ela “não ficaria viva para usufruir da casa”.
No mesmo dia em que a vítima registrou o boletim, a Justiça deferiu pedido de medida protetiva contra o policial. Dessa forma, ele ficou impedido de se aproximar da mulher e de frequentar a casa e local de trabalho da vítima.
Além disso, a arma de fogo do suspeito ficou restrita ao uso funcional. Ele também ficou proibido de manter qualquer tipo de contato com a vítima.
Procurada, a Polícia Militar disse que todas as denúncias envolvendo membros da corporação que chegam são investigadas por meio de procedimento administrativo. E “sempre respeitando o direito à ampla defesa e ao contraditório”.
Destacou, por fim, que devido a que o militar em questão exercia cargo de confiança, o Comando Geral da PMRR reuniria o Estado Maior da corporação para ouvir a versão do policial e deliberar sobre a permanência na função.
Em dezembro de 2025, o governador de Roraima promoveu Weslley Santos a coronel da PMRR pelo critério de merecimento. Este é o posto mais alto na hierarquia. Agora ele então assume um dos comandos mais importantes dentro da corporação.
Fonte: Da Redação
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