Inelegível
O prefeito de Alto Alegre, Wagner Nunes (Republicanos), está inelegível. Isso porque a Justiça Eleitoral o condenou por compra de votos nas eleições suplementares que ocorreram em abril de 2024, após a cassação mandato do então prefeito Pedro Henrique Machado. A ação pediu a cassação do mandato de Wagner Nunes, no entanto, o “mandato tampão” acabou em 31 de dezembro de 2024.
Crime
Um casal desapareceu na última quarta-feira, em Rorainópolis. E ontem, um veículo foi encontrado totalmente incendiado em uma vicinal do mesmo município. De acordo com a Polícia Civil, havia dois corpos dentro do carro. Apesar disso, a polícia ainda não confirmou se o caso tem relação com o desaparecimento do casal. Durante as diligências, o celular de uma das possíveis vítimas foi localizado em uma via pública de Rorainópolis, com manchas de sangue. As investigações seguem em andamento e diversas linhas estão sendo apuradas para esclarecer os fatos.
Aluguel milionário
A Prefeitura de Caroebe vai gastar mais de R$ 1 milhão na contratação de uma empresa especializada na prestação de serviços e aluguel de equipamentos para eventos. A contratada deve atender demandas da Secretaria de Saúde do município. A empresa vencedora é a A.A.L. do Nascimento Ltda com sede em São Luiz do Anauá. O curioso é que, quem também vai contratar a mesma empresa para prestar o mesmo serviço, é a Prefeitura de São João da Baliza. O valor é de R$ 1,1 milhão.
Alinhados
E ao que parece, as prefeituras do interior estão alinhadas quando o assunto é garantir o aluguel das estruturas para eventos. É que o município de Rorainópolis, também contratou uma empresa por mais de R$ 300 mil com o mesmo objetivo. Lembrando que os munícipios até o momento, não detalharam quantos eventos estão previstos nem como os valores serão executados ao longo dos contratos.
R$ 5,6 milhões
Mas, a mais surpreendente de todas, é a Prefeitura de Alto Alegre. A mesma contratou uma empresa para fornecer estrutura para eventos por R$ 5,6 milhões. O município vem sendo alvo de denúncias e ações na Justiça, por promover eventos caríssimos, enquanto serviços básicos como saúde e educação estão em calamidade. Especialmente nas comunidades. A Justiça chegou a suspender um evento em que a prefeitura pretendia gastar R$ 2 milhões em uma comunidade indígena. A festa teria até show da artista nacional Solange Almeida. Mas, os serviços oferecidos pela Prefeitura estavam em precariedade.
Decoração natalina
E ainda falando do interior… a Prefeitura do Cantá, pretende contratar uma empresa especializada na prestação de serviços de organização e execução de decoração natalina por quase R$ 1 milhão. O contrato tem vigência de um ano e conta a partir da data da assinatura que ocorreu no dia 16 de dezembro.
Da Redação


