Enquanto o Governo do Estado fala em ‘responsabilidade’, a dívida de Roraima só cresce

Em 2018, a dívida do Estado era de R$ 1, 9 bilhão. Já em 2024, esse valor já passava de R$ 2,3 bilhões

Enquanto o Governo do Estado fala em ‘responsabilidade’, a dívida de Roraima só cresce
Foto: Divulgação

A dívida

Dados públicos do Tesouro Nacional mostram que Roraima não melhorou quando o assunto é liquidar dívidas. Em 2018, a dívida do Estado era de R$ 1, 9 bilhão. Já em 2024, esse valor já passava de R$ 2,3  bilhões. Ou seja, a dívida teve um aumento de pelo menos R$ 380 milhões. Enquanto o discurso fala em responsabilidade e equilíbrio, os dados do próprio Tesouro mostram que o Estado devia em 2024 mais do que devia naquele ano de 2018. A dívida maior significa menos margem para investimento, mais dependência da União e risco de aperto nas contas públicas. Cabe ao Governo explicar por que a dívida cresceu, onde esse dinheiro foi aplicado e qual é o plano real para evitar que esse “rombo” continue aumentando, comprometendo ainda mais o futuro financeiro de Roraima.

Educação 1

O Ministério Público do Estado de Roraima (MPRR) instaurou o Procedimento Administrativo  para apurar possíveis irregularidades na Escola Estadual Indígena Índio Dionísio Figueiredo, zona rural da capital. A medida tem como foco, a investigação da ausência de água potável e de saneamento básico na unidade de ensino.

Educação 2

O Ministério Público também vai investigar falta de água e saneamento em outra escola indígena de Roraima, Dessa vez, será a Escola Estadual Indígena Augusto Pinto, no Cantá. Lembrando que a falta de água potável e de saneamento em ambientes escolares compromete diretamente a saúde, a permanência dos alunos na escola e a qualidade do ensino, além de violar princípios básicos de dignidade humana.

Violência 

No último fim de semana, diversos jovens foram abordados pela polícia após denúncia de que haveria um confronto entre dois grupos de adolescentes. Imagens que circularam nas redes sociais mostram a abordagem dentro e fora do shopping. O episódio reacende uma lembrança conhecida em Roraima. Nos anos 90, as chamadas “brigas de galera” eram frequentes, especialmente em praças, eventos e áreas centrais da capital.

Da Redação

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