O governo de Roraima por meio da Secretaria de Educação (Seed), mantém três escolas funcionando sob possíveis irregularidades. Por conta disso, o Ministério Público de Roraima (MPRR) instaurou um processo administrativo para investigar a falta de água potável e saneamento nas unidades.
O documento, assinado nesta segunda-feira, 12, pelo promotor Márcio Rosa da Silva, cita a Escola Estadual Indígena Augusto Pinto, na Comunidade Indígena Campinarana, região do Cantá. A Escola Estadual Índio Dionísio Figueiredo, na Comunidade Indígena do Milho e a Escola Estadual Indígena Pireka, ambas localizadas na zona rural de Boa Vista.


