O Instituto Federal de Roraima (IFRR) realiza, nesta sexta-feira, 13, às 8h30, na sala de reuniões da Reitoria, a palestra “Caminhos de Proteção – Fortalecendo Mulheres”.
A atividade será ministrada pela delegada da Delegacia Especializada no Atendimento à Mulher (Deam) Carla Gabriella Muniz Paulain. O objetivo é de orientar e fortalecer mulheres no enfrentamento à violência doméstica e familiar.
A palestra vai abordar assuntos como: o Ministério da Gestão e da Inovação em Serviços Públicos (MGI) e do Ministério das Mulheres (MM). A normativa estabelece regras para a proteção de servidoras públicas federais em situação de violência doméstica e familiar. O documento dispõe sobre o direito de remoção, redistribuição e movimentação funcional como medidas de proteção. O que permite deslocamento da vítima para outro local de trabalho, quando necessário, para preservar sua integridade física e emocional.
De acordo com a coordenadora de Qualidade de Vida do IFRR, Elioenai Fonseca, a ação integra as iniciativas institucionais voltadas à promoção do cuidado, da informação e do fortalecimento das servidoras e dos servidores. Ou seja, reafirma o compromisso da instituição com a construção de um ambiente de trabalho seguro, acolhedor e livre de violência.
Lançamento do Plano Setorial
Durante o evento, vai ocorrer o Plano Setorial de Prevenção e Enfrentamento do Assédio e da Discriminação (PSPEAD). O documento consolida a política institucional voltada à prevenção, acolhimento, apuração e responsabilização em casos de assédio moral, assédio sexual e discriminação no âmbito do IFRR. À frente da ação está a Diretoria de Governança e Gestão de Riscos do instituto.
O PSPEAD é assim, um instrumento estratégico para a governança institucional. Ele orienta a formulação e execução de ações, programas e políticas voltados à construção de um ambiente organizacional mais seguro, equitativo e respeitoso. Por fim, por meio dele, a instituição pretende estruturar iniciativas permanentes de prevenção à violência, ampliar a divulgação dos canais de denúncia e assegurar que todos conheçam os mecanismos de proteção existentes.
Fonte: Da Redação


