Homem é condenado a 8 anos de prisão por estuprar e agredir a ex-companheira em Bonfim

Vítima aceitou um convite para um encontro com o ex-marido. Ao se recusar a ter relações sexuais com o homem, ela foi violentada

Homem é condenado a 8 anos de prisão por estuprar e agredir a ex-companheira em Bonfim
Foto: Divulgação PCRR

Um homem, de 40 anos, condenado a oito anos pelos crimes de estupro, ameaça e lesão corporal praticados contra sua ex-companheira, de 37, foi preso pela Polícia Civil de Roraima (PCRR). A prisão ocorreu no Fórum Criminal Ministro Evandro Lins e Silva, localizado no bairro Caranã, em Boa Vista.

De acordo com a Civil, a ação teve a coordenação do delegado titular da Polinter, Alexandre Matos, após a expedição do mandado pela Vara de Execução Penal do Tribunal de Justiça de Roraima(TJRR).

As investigações

Conforme as investigações, em dezembro de 2024 o casal esteve na Delegacia de Polícia do município de Bonfim após procurar um quartel da GCM (Guarda Civil Municipal). No local discutiam e se agrediram. Na ocasião, a mulher relatou ser vítima de agressão na noite anterior. Além disso, ela apresentava escoriações na cabeça, no rosto e nas mãos.

Conforme apurado, à época dos fatos, a vítima já possuía uma Medida Protetiva de Urgência contra o agressor, expedida em junho de 2024. No entanto, após receber uma mensagem de texto do homem, acabou consentindo com um encontro e foi com ele a um bar. Após deixarem o local, a vítima foi até a residência do acusado. No local, ele tentou manter relação sexual com ela. Diante da recusa, o homem passou a agir de forma agressiva, desferindo socos e empurrões, além de violentá-la sexualmente.

Durante o episódio, o agressor também proferiu diversas ameaças contra a vítima e seus familiares, afirmando frases como: “tu sabe que eu sou assassino, não é?” e “tu sabe que eu já matei muita gente na Venezuela”. Ele ainda disse que, caso a mulher deixasse a residência, mataria sua mãe e sua irmã.

Por fim, após o cumprimento do mandado, os agentes o conduziram à sede da Polinter para formalização dos procedimentos legais. Ele deve passar por audiência de custódia e levado ao sistema prisional.

Fonte: Da Redação

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