Foto: Divulgação DPE
A Defensoria Pública de Roraima (DPE-RR) vai mantém a atuação voltada à proteção da população durate o Carnaval. A campanha virtual “Defensoria na Folia 2026” reforça ações de orientação e conscientização por meio das redes sociais. Isso enquanto o atendimento defensorial ocorre de forma virtual e presencial para casos urgentes.
A proposta é ampliar o acesso à informação e estimular a prevenção e a denúncia, sobretudo em situações de assédio e violência, que tendem a aumentar em períodos de grande circulação de pessoas. A Defensoria lembra que nenhuma forma de violência é aceitável e que as vítimas contam com canais seguros para buscar apoio e orientação.
Para assegurar os direitos, a DPE oferece atendimento para casos urgentes durante fins de semana e feriados pelo WhatsApp (95) 98419-5274. Também haverá plantão presencial, das 8h às 14h, na sede da Defensoria Pública Criminal, localizada na rua Soldado PM Arineu Ferreira Lima, nº 1415, bairro Caranã.
Segundo a defensora pública Tatyane Alves, qualquer conduta sem consentimento configura crime. “Qualquer atitude que desrespeite a vontade da pessoa é crime. Assim, a vítima pode procurar a Defensoria. Ela fará os encaminhamentos necessários aos órgãos competentes, para garantir os procedimentos legais e a responsabilização do agressor”, afirmou.
Durante o período carnavalesco, a população conta com uma rede de apoio ativa. Casos de assédio ou violência contra a mulher podem ser denunciados pelo número 180. Em situações de emergência, a Polícia Militar atende pelo 190, a Polícia Civil pelos números 197. E 181, e a Patrulha Maria da Penha pelo telefone (95) 98414-4413.
Os blocos temáticos de conscientização social reforçam que o direito não tira folga durante o feriado e que a folia também pode carregar um sentido coletivo. Um exemplo é o bloco com o slogan “Se liga ou eu ligo 180”, que vai às ruas junto com o bloco Mujica, levando ao Carnaval uma manifestação contra a violência de gênero.
Do mesmo modo, a iniciativa chama a atenção para a importância da diversidade, do enfrentamento à violência e da existência de uma rede de proteção às meninas e mulheres.
Uma das organizadoras do bloco “Se liga ou eu ligo 180”, Rose Ferreira, explica que a proposta surge como resposta a um cenário recorrente. “A violência contra as mulheres acontece todos os dias e precisa ser enfrentada com visibilidade.
Por fim, o Carnaval reúne muita gente e permite que essa mensagem chegue mais longe. O bloco também cumpre esse papel de informar e lembrar que o 180 está disponível para acolher quem precisa”, disse.
Fonte: Da Redação
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