Cidades

Milho cozido, espetinho, maçã do amor e muito mais: Boa Vista Junina é recheado de comidas saborosas e oportunidades para empreendedores

O cardápio do Boa Vista Junina, o Maior Arraial da Amazônia está disponível na praça Fábio Marques Paracat até domingo, 8. Ele reúne pratos tradicionais, comidas regionais que dividem espaço com outras opções saborosas para famílias inteiras.

Milho cozido parece coisa simples, e é. Mas quando servido numa barraca de arraial, com a palha enrolada na espiga e manteiga derretendo por cima, nos remete à roça, mesmo que estejamos no centro da cidade. A pamonha, por exemplo, feita com grãos ralados, leite e carinho, é enrolada em sua própria palha. Doce ou salgada, ninguém resiste ao saboroso “travesseiro” do milho.

O espetinho não precisa de explicação, seja de carne, frango ou linguiça, é prático e um dos pratos preferidos do boa-vistense na festa. E como não falar da paçoca salgada, feita à base de carne seca e farinha amarela, temperado com o que houver de bom, ela é coletiva por natureza. A queridinha do BV Junina é uma das mais procuradas.

Além disso, os pratos tradicionais do Maior Arraial da Amazônia , dividem espaço com iguarias como tacacá, galinha caipira, acarajé, cachorro quente, maça do amor, morango com chocolate, coxinha, dentre outros. Dessa forma, os preços este ano, variam de R$ 10 a R$ 30, dependendo do produto.

Oportunidade de renda no BV Junina

Do mesmo modo, o Boa Vista Junina 2025 também representa geração de emprego e renda. A festa criou mais de 1.500 empregos diretos e mais de 5 mil indiretos, impulsionando setores como alimentação, comércio e transporte.

Liduina Gondim, empreendedora, participa há seis anos e, com o rendimento do Arraial, conseguiu até construir um compartimento na sua casa, só com o dinheiro das vendas. Essa é uma das festas que ela mais espera durante o ano, porque traz uma renda que faz a diferença.

“Eu trabalho com espetinho, tanto o simples quanto o completo, além de canjica, pamonha, paçoca e, claro, os mingaus, que não podem faltar. Faço mingau de arroz, de banana. Mas o mais tradicional mesmo é o de milho. Não é à toa que, quando chega aqui, acaba rapidinho”, celebrou.

Por fim, Ana Caroline, gerente de RH, é presença certa em todas as edições do Boa Vista Junina. “Eu não perco essa festa, e a primeira coisa que faço quando chego é garantir meu milho, como de costume. Amo tudo que vem do milho: pamonha, canjica, bolo. Não deixo passar, é delicioso”, contou.

Fonte: Da Redação

Gabriel Mello

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