Foto: divulgação/SEMUC
O Conselho Curador do Fundo de Garantia de Tempo de Serviço (FGTS) vai decidir sobre o reajuste no limite de renda das família para as quatro faixas do programa Minha Casa, Minha Vida. A reunião está prevista para 24 de março.
A proposta foi encaminhada pelo Ministério das Cidades e prevê aumento em todas as faixas de renda familiar bruta mensal para financiar imóveis pelo programa.
De acordo com o governo, a meta para este ano para o Minha Casa, Minha Vida é alcançar 3 milhões de unidades contratadas, o que reforça a demanda com a garantia de orçamento do FGTS.
O programa foi responsável por metade dos lançamentos do ano passado, o que impulsionou aumento de 10,6% do setor em 2025, ou seja, com 453.005 unidades lançadas e valor geral de lançamento de R$ 292,3 bilhões. Portanto, o maior índice da série histórica.
A mudança no teto dos valores da renda familiar é uma demanda do setor imobiliário que projeta um desempenho superior este ano em relação a 2025. Sendo, portanto, com a queda da taxa Selic, melhora das condições de crédito, assim como orçamento recorde para habitação financiada pelo FGTS.
Para as faixas de renda familiar mensal
No programa, as faixas 1, 2 e 3 recebem subsídios do governo e juros mais baixos. Já a faixa 4, que é focada na classe média, tem condições especiais de financiamento, sem subsídio direto, mas com juros reduzidos e maior teto de valor de imóveis.
O valor máximo do imóvel depende da faixa de renda e do porte da cidade:
Faixas 1 e 2
Faixa 3
Faixa 4
Fonte: Portal R7
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