Uso dessa espécie de árvore como matéria-prima é proibido - Foto: Divulgação/Ibama/RR
A Operação Maravalha, deflagrada pelo Ibama, identificou que árvores castanheiras foram usadas como matéria-prima em uma empresa de serraria em Roraima, o que é proibido. Até o momento, a ação soma mais de R$ 1,4 milhão em multas relacionadas a fraudes no Sistema Nacional de Controle da Origem dos Produtos Florestais (Sinaflor).
Cerca de 120 metros cúbicos de castanheira estavam depositados na serraria fiscalizada, ainda em toras. Mas agentes encontraram fragmentos e resíduos da mesma espécie no local, o que evidenciou que a empresa vinha operando ilegalmente.
Como medida, o Ibama embargou as atividades da empresa, apreendeu a madeira ilegalmente extraída e aplicou multa.
Na etapa mais recente, a Operação Maravalha apreendeu, no total, 430 metros cúbicos de madeira ilegal e eliminou 3.200 metros cúbicos de créditos florestais indevidos. Os dados fraudulentos poderiam levar ao acobertamento de madeira sem origem comprovada.
O Ibama aplicou 12 autos de infração, que totalizam R$ 1,43 milhão em multas.
A proteção da Amazônia compreende a interrupção do fluxo de capital ilegal que financia o desmatamento ilegal.
Fonte: Da Redação
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