Foto: Divulgação/TJRR
O Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR) divulgou nesta quarta-feira, 4, a segunda reportagem da série especial sobre o projeto Meninas e Mulheres de Bonfim e Normandia, lançado no dia 29 de agosto, na Comarca de Bonfim. O programa amplia o acesso à Justiça e fortalece a proteção de meninas e mulheres na região de fronteira.
Nesta edição, o TJRR aborda o Sinal Vermelho do Toque. A série conta com seis vídeos educativos que tratam, de forma clara e acolhedora, diferentes aspectos da proteção de crianças e adolescentes contra a violência sexual. O material está disponível em português, inglês, espanhol e línguas indígenas.
Com esses vídeos, o Tribunal garante que meninas e mulheres tenham acesso a informações sobre os tipos de violência, o funcionamento das denúncias e o papel do Conselho Tutelar. Além disso, apresenta os serviços disponíveis e, principalmente, orienta sobre como buscar ajuda.
A Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ/TJRR) identificou grave exposição de crianças e adolescentes à violência sexual. Para enfrentar esse cenário, a produção de novos audiovisuais educativos ganhou força. Esses conteúdos foram pensados para orientar, empoderar e transformar o medo em ação preventiva, oferecendo informações de forma clara e acessível.
Do mesmo modo, a coordenadora do Departamento da Juventude do Conselho Indígena, Raquel Wapixana, reforça que informações adequadas e direcionadas combatem a violência nos municípios. Além disso, ajudam no enfrentamento da violência contra mulheres e meninas.
“Esse projeto vai levar informações às comunidades indígenas. Ele vai chegar até meninas em áreas mais distantes e fortalecendo a rede de apoio a mulheres e meninas que sofrem violência”, ressaltou.
Os episódios apresentam temas que vão desde a diferenciação entre carinhos seguros e toques perigosos até explicações sobre o que é a violência sexual. Também mostram o que acontece após uma denúncia, os riscos do ambiente virtual e a responsabilidade coletiva dos adultos na prevenção. Além disso, destacam o marco legal da Lei Henry Borel, que endurece as punições para crimes cometidos contra crianças e adolescentes dentro de casa.
A série, composta por seis vídeos estrategicamente desenvolvidos, busca mais do que informar. Cada produção alerta crianças, adolescentes e adultos. Reforçando então, que o corpo é um espaço de respeito, que a culpa nunca é da vítima e que buscar ajuda é um direito.
A Coordenadoria da Infância e Juventude (CIJ) conduz os trabalhos em parceria com a CEVID e o Núcleo de Comunicação e Relações Institucionais (Nucri). A juíza auxiliar da Presidência do Tribunal de Justiça de Roraima, Lana Leitão, coordena as ações.
Fonte: Da Redação
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