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O Supremo Tribunal Federal (STF) iniciou nesta quarta-feira, 1º, a sessão que vai julgar a validade do reconhecimento de vínculo empregatício entre motoristas de aplicativos e as plataformas digitais. A controvérsia é conhecida como “uberização” das relações de trabalho.
Logo após o início da sessão, o presidente do STF, ministro Edson Fachin, informou que o encerramento do julgamento não ocorrerá hoje.
Conforme o ministro, a sessão será destinada apenas à leitura dos relatórios dos processos, documentos que resumem a tramitação das ações, e às sustentações orais das defesas das empresas que operam os aplicativos e entidades que defendem o reconhecimento do vínculo.
O presidente da Corte vai ainda vai marcar a votação da questão.
A decisão tomada pela Corte terá impacto em 10 mil processos que estão parados em todo o país à espera do posicionamento do plenário.
O Tribunal vai julgar duas ações que chegaram ao Supremo a partir de recursos protocolados pelas plataformas Rappi e Uber. As empresas contestam decisões da Justiça do Trabalho que reconheceram o vínculo empregatício com os motoristas e entregadores.
A Rappi alegou que as decisões trabalhistas que reconheceram o vínculo de emprego com a empresa desrespeitaram decisões da própria Corte que entendem não haver relação de emprego formal com os entregadores.
A Uber sustentou que é uma empresa de tecnologia, e não do ramo de transportes. E que o reconhecimento de vínculo trabalhista altera a finalidade do negócio da plataforma, violando, assim, o princípio constitucional da livre iniciativa de atividade econômica.
Fonte: Agência Brasil
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