Foto: José Miguel
A Travessia, exposição dos 32 anos da Companhia Arteatro e 18 anos do Usina Cultura, segue aberta ao público no Espaço Usina, oferecendo uma imersão poética e afetiva sobre memória, território, Amazônia e artes da cena. Localizada na Rua Raio Solar, 509, bairro Jóquei Clube, a exposição marca um momento especial na trajetória de um dos grupos teatrais mais tradicionais de Roraima.
O espaço recebe tanto visitas espontâneas quanto mediadas para escolas, grupos culturais e públicos diversos. O agendamento é realizado gratuitamente pelo Formulário on-line. O projeto é fomentado pelo Programa Funarte de Apoio a Ações Continuadas – Espaços Artísticos.
A classificação é livre, com atividades para pessoas de todas as idades. Conforme a organização, é necessário fazer agendadas entre 27 de outubro e 12 de novembro para as visitas guiadas. Elas ocorrerem às segundas e quartas, nos períodos manhã e tarde. Já às sextas-feiras a visitação é aberta ao público em geral, das 16h às 21h.
A exposição ocupa múltiplos ambientes do Usina Cultura, com instalações interativas, mediação educativa, assim como experiências sensoriais. Além da mostra expositiva, o público poderá participar de atividades educativas, oficinas, bem como cinema infantil e performances. Ademais ações interativas até a primeira quinzena de novembro.
As instalações permanentes incluem Baú da Amazônia – “Quem Pode Cuidar da Cidade?”; Cartografia em Tecidos – Gotas de Saberes; Descubra Quem Sou Eu – Céu do Norte (Aves Amazônicas); Varal de Ideias – Reflexão Ambiental; e a Instalação Educativa: Como Montar uma Peça?
As mediadoras cultural Gyulle Anne Teixeira Cunha e Sabrina Jacome coordenam as atividades. O foco é o diálogo entre arte, educação e meio ambiente, estimulando a escuta, a imaginação e a participação criativa do público, principalmente o infantil.
“A proposta das mediações é aproximar o teatro da vida das pessoas. Não se trata apenas de mostrar a história da Cia Arteatro e do Usina Cultura, mas de criar um espaço de escuta e troca, com as crianças, adolescentes e o público em geral, para que cada visita se torne um momento vivo de reflexão sobre território, memória e natureza”, destaca a mediadora cultural Gyulle Anne.
Fonte: Da Redação
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