Foto: Divulgação/Idelfonso Pinheiro
O comércio em Roraima deve movimentar mais de R$13 milhões em vendas no Dia das Crianças. A estimativa é da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio).
Conforme o assessor econômico da Fecomércio-RR, Fábio Martinez, este deve ser o maior volume de vendas dos últimos cinco anos.
Para o presidente da Fecomércio-RR, Ademir dos Santos, o crescimento ocorre devido ao avanço da vacinação contra a pandemia de Covid-19. Atualmente, cerca de 30% dos roraimenses estão totalmente vacinados.
“A redução das restrições impostas ao comércio e o aumento da circulação de consumidores por causa do aumento da vacinação devem impulsionar esse crescimento. Contudo, o aumento dos preços na parte de brinquedos, bicicletas, videogames e doces impendem uma elevação ainda mais expressiva nas vendas”, disse.
Segundo a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), eletrônicos e brinquedos permanecem como destaque, o que corresponde a 31% do volume projetado.
Em seguida estão os ramos de vestuário e calçados. Se comparados ao mesmo período do ano passado, terão um menor crescimento.
De acordo com a Federação, em 2020, com as restrições para conter o avanço da Covid-19, o setor teve R$ 6,5 bilhões em vendas. Esse foi o menor índice desde 2009, quando o valor foi de R$ 6,18 bilhões.
Dessa forma, as vendas apresentaram encolhimento de 11,3% no faturamento real em relação ao ano anterior.
Conforme a CNC, a perspectiva é que com aumento de 34% na circulação de consumidores compense os efeitos da inflação.
“Nos momentos mais agudos da crise sanitária, o fluxo diário de consumidores caiu 69% em relação ao nível normal. Hoje, o varejo chega a uma data comemorativa tão importante do seu calendário. Com isso, tem circulação de consumidores próxima à registrada antes da decretação da pandemia”, diz o presidente da CNC, José Roberto Tadros.
Entretanto, apesar deste aumento, o economista da CNC, Fabio Bentes, disse que o varejo brasileiro pode encontrar dificuldades com preços.
“É muito difícil para o comerciante evitar repasses dos valores de bens e serviços ao consumidor final. Isso ocorre devido à inflação anualizada acima de 10%, segundo o IPCA-15”, explica.
Conforme a CNC, a expectativa é de aumento de 7% na média dos preços, maior índice desde 2016, quando a expansão registrada foi de 8,8%.
Além disso, entre os produtos e serviços em destaque com reajustes nos preços estão as bicicletas (+15,9%), doces (+12,3%) e lanches (+10,9%).
Por Redação
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