Alunos celebram Dia Nacional do Surdo em Boa Vista - Foto: Divulgação/PMBV
Nesta terça-feira (26), Dia Nacional do Surdo, a Prefeitura de Boa Vista celebrou a data com uma programação lúdica na Praça do Mirandinha, com a participação de 30 alunos com surdez da rede municipal de ensino. A ação faz parte do projeto “Setembro Azul: Transcendendo os Muros da Escola”, organizado pela Gerência de Educação Especial (GPEE) da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec).
Conforme a Prefeitura, o projeto já está em seu segundo ano de edição, hoje com alunos de quatro escolas polos. “Seu maior objetivo é a socialização desses estudantes para que eles tenham um momento lúdico, proporcionando uma experiência de aprendizado, integração e interação entre si”, conta Ana Paula Pinheiro, gerente de Educação Especial.
A secretária adjunta de Educação, Meyre Jane Gomes, explica que no início do ano passado foi implantado o Projeto das Escolas Polos da Educação Bilíngue para Surdos, onde quatro escolas da rede municipal promovem a inclusão destes alunos em sala de aula. São elas: Newton Tavares (Calungá), Ana Sandra (Cidade Satélite), Emília Rios (Cidade Satélite), bem como Luiz Canará (Senador Hélio Campos).
“Essas escolas contam com o professor titular, um professor de Libras que facilita a interação do aluno com surdez. São unidades que atendem crianças surdas com profissionais especialistas na Língua de Sinais Brasileira e que dão esse suporte para criança no ambiente escolar”, disse.
Stefane da Silva, mãe de João Pedro, 6 anos, demonstra satisfação em relação à importância do projeto no desenvolvimento do seu filho. “Apesar de ter começado a aprender a linguagem de sinais este ano, já dá para notar a diferença da sua forma de comunicar. Também noto o quanto ele se diverte e interage com seus amigos”, declarou.
A professora Franciene Cruz, que auxilia João Pedro na Escola Polo Luiz Canará, expressa o quão gratificante é ver a evolução do seu aluno. O estudante chegou na escola sem saber se comunicar através de Libras. Hoje, ele consegue compreender e entender alguns sinais e gestos. “Nós professores, também estamos aprendendo muito, porque nessa questão da conversação, da convivência com eles, a experiência de vê-los se desenvolver, é muito mais gratificante do que qualquer graduação que a gente tenha”, ressaltou.
É o mês escolhido para celebração das conquistas da comunidade surda. E, sobretudo, para conscientização sobre a importância da acessibilidade para esta parcela da população.
Fonte: Da Redação
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