Foto: Divulgação/SEMUC
A tecnologia está cada vez mais presente nas salas de aula da Rede Municipal de Ensino. As telas interativas da Samsung, de 89 polegadas, fazem parte da rotina escolar e contribuem para aulas mais dinâmicas, visuais e conectadas com a realidade dos estudantes.
Atualmente, a rede conta com 170 equipamentos distribuídos em 55 escolas — sendo 12 indígenas e cinco do campo — atendendo alunos do 5º ao 7º ano. Ainda em 2026, outras 230 telas serão entregues, totalizando 400 unidades em 58 escolas. Estas, por sua vez, atenderão estudantes do 3º e 4º ano. Com a iniciativa, cerca de 20.641 alunos já são beneficiados diretamente.
Tecnologia a serviço da aprendizagem
Com acesso à internet e suporte a conteúdos multimídia como textos, imagens, áudios, assim como vídeos, as telas interativas permitem pesquisas online e uso de jogos digitais. Também a produção de textos, construção de gráficos, assim como resolução de atividades de forma colaborativa.
De acordo com a gestão municipal a ideia é proporcionar aulas de alto impacto visual, favorecendo a concentração, foco e a apropriação dos conhecimentos trabalhados em sala. O equipamento está alinhado às diretrizes da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) e à Proposta Curricular Municipal do Ensino Fundamental, que preveem o uso crítico, significativo, reflexivo e ético das tecnologias digitais de informação e comunicação nas práticas pedagógicas.
Na Escola Municipal Nara Ney, por exemplo, o professor de Ciências Carlos Berg já percebe mudanças significativas na dinâmica das aulas com a utilização da tela interativa. “São múltiplas funções. Posso usar como quadro, construir mapas mentais, escolher fontes para deixar a letra sempre legível e ainda fazer pesquisas ao mesmo tempo em que explico o conteúdo”, ressaltou.
Conforme ele, a tecnologia dialoga diretamente com a realidade dos estudantes e contribui para tornar as aulas mais envolventes. “A aula fica muito mais dinâmica e atrativa. Os alunos participam mais, interagem com o conteúdo na própria tela e isso facilita a compreensão”, ressaltou.
O assessor pedagógico da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (SMEC), Paulo Santos, destacou que a proposta é consolidar a tecnologia como ferramenta pedagógica estruturante na rede. “A nossa perspectiva é cobrir do 3° ao 8° ano com essa tecnologia, garantindo que todas essas turmas tenham acesso ao mesmo padrão de recurso educacional”, destacou.
Paulo também pontua que o uso das telas é pedagógico e mediado pelo professor, complementando — e não substituindo — as práticas tradicionais. “A tela interativa funciona como um grande quadro digital. Ela fortalece o trabalho docente e amplia as oportunidades de aprendizagem, acompanhando a evolução da educação e da sociedade”, disse.
Entre os estudantes, a ferramenta gera entusiasmo. Maria Moraes, de 12 anos, aluna do 7º ano da Escola Municipal Nara Ney, acredita que a tecnologia desperta mais interesse na turma. “A nossa geração tem mais contato com a tecnologia. Fica melhor para pesquisar imagens e a gente não perde tempo de aula. Também ajuda a entender e fixar melhor o conteúdo”, contou.
Já Antônio Francisco, de 11 anos, também do 7º ano, destaca que a ferramenta facilita a explicação dos professores e mantém a atenção dos colegas. “Eu acho muito importante porque ajuda os professores explicarem melhor, com imagens e letras mais organizadas. Desperta mais interesse”, afirmou.
Fonte: Da Redação
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