Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (Pamc) - Foto: Arquivo/Roraima em Tempo
Familiares de reeducandos denunciam que a comida fornecida na Penitenciária Agrícola de Monte Cristo (Pamc) está chegando estragada.
“Os reeducandos vêm sofrendo, principalmente, em relação à alimentação. Na TV tudo é lindo. A penitenciária é reformada, mas a realidade é outra, na verdade”, diz o relato.
De acordo com os familiares, outro problema na Pamc é a superlotação. Segundo eles, existem celas com até 22 detentos.
Outra reclamação é de que parte dos reeducandos estão sem o direito de receber visitas.
“Queremos providência pois nem governo nem ninguém faz nada. A única nota da Sejuc é que nada acontece. Que está mil maravilhas. Enquanto eles (os detentos) estão lá agora sem direito até mesmo de visita”.
Além disso, os familiares ainda afirmaram que os kits de higiene também não chegam completos até os reeducandos. Do mesmo modo, os medicamentos enviados para eles também não são entregues.
Nas redes sociais circula um bilhete em que um preso pede ajuda sobre as demandas. Ele cita o massacre de 2016, em que 10 detentos foram mortos dentro da Pamc.
O texto também pede a ajuda de órgãos ligados aos direitos humanos. Além disso, cita a palavra ‘sangue’ e diz que a penitenciária está “um barril de pólvora”.
Procurada, a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejuc) afirmou que “quando se percebe qualquer tipo de alteração, a empresa responsável é notificada”
Disse ainda que está entregando os kits de alimentação. Sobre a superlotação, disse que o Governo do Estado está trabalhando para aumentar o número de vagas.
Fonte: Da Redação
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