Embarcação NpaFlu Amapá, utilizada na operação - Foto: Divilgação/ Marinha do Brasil
Militares da Marinha do Brasil realizaram entre os dias 12 a 14 de julho, ações de patrulhamento e inspeção naval no rio Catrimani, no âmbito da Operação Catrimani II. As ações ocorreram na região sul da Terra Indígena Yanomami.
O intuito da missão, era identificar e inutilizar embarcações, dragas e materiais utilizados no garimpo ilegal. Sobretudo, a missão também tinha como objetivo coletar informações para ações futuras de repressão e controle.
Inicialmente, a tropa de Fuzileiros Navais iniciou o patrulhamento na região da comunidade do “Caju” e seguiu no rio Catrimani. A operação seguiu com o auxílio da Lancha de Apoio ao Ensino e Patrulha (LAEP) Painé, realizando inspeções e vasculhamentos ao longo do trecho.
Da mesma forma, as ações contaram com o apoio do Navio-Patrulha Fluvial (NPaFlu) Amapá. Como resultado, embarcações suspeitas foram interceptadas e bloqueios em pontos estratégicos foram estabelecidos na região.
Além disso, os militares realizaram levantamento de informações de Inteligência em pontos de interesse ao longo do rio. As ações fazem parte do esforço contínuo do Comando Operacional Conjunto Catrimani II para combater atividades ilegais na Terra Indígena Yanomami.
A Operação Catrimani II é uma ação conjunta entre órgãos de Segurança Pública, Agências e Forças Armadas, em coordenação com a Casa de Governo no Estado de Roraima, que visa agir de modo preventivo e repressivo o garimpo ilegal, as atividades ilegais entre fronteiras no Brasil e os crimes ambientais na Terra Indígena Yanomami.
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A ação teve início após diversas denúncias de consumidores sobre os preços praticados nas bombas