Foto: Divulgação
O Ministério Público de Roraima (MPRR) denunciou nesta quarta-feira, 8, três pessoas suspeitas de desviar mais de R$ 5,2 milhões de uma agência do Banco do Brasil, no município de Caracaraí, Sul de Roraima. O esquema teria funcionado entre os anos de 2020 e 2022.
Conforme o Ministério Público, a principal investigada, que trabalhava como gerente de serviços — função equivalente à de tesoureira — teria usado o acesso ao sistema do banco para realizar operações fraudulentas.
A denúncia também afirma que parte do dinheiro teria sido usada para comprar terrenos, veículos, gado e outros bens. O objetivo era tentar dar aparência legal ao dinheiro desviado.
O rombo no banco acabou sendo descoberto durante uma auditoria realizada em junho de 2022.
Agora, o Ministério Público pede a condenação dos acusados pelos crimes de peculato, associação criminosa e lavagem de dinheiro, além da devolução dos valores desviados.
O método consistia em registrar depósitos e pagamentos no sistema sem que o dinheiro realmente entrasse no caixa da agência. Assim, os valores eram creditados em contas ligadas ao grupo investigado.
De acordo com o MPRR, o marido da funcionária era o responsável por organizar a movimentação do dinheiro e ajudar a lavar os recursos por meio de empresas e contas bancárias.
Uma terceira pessoa teria cedido contas bancárias e empresas para movimentar os valores. Ela atuava como “laranja” no esquema.
De acordo com as investigações, o grupo teria atuado de forma organizada e estruturada para retirar dinheiro da única agência do Banco do Brasil em Caracaraí.
Ainda conforme o MPRR, do valor inicialmente desviado, com correção monetária e juros, o prejuízo calculado chega atualmente a cerca de R$ 9 milhões.
Além disso, o Ministério Público também pediu à Justiça uma indenização de R$ 10 milhões por danos relacionados ao caso.
Do mesmo modo, o órgão solicitou à Justiça o sequestro e bloqueio de bens dos investigados. O que inclui dinheiro em contas bancárias, imóveis e veículos. Assim, a medida pode alcançar até R$ 19 milhões, somando o valor do prejuízo estimado e a reparação solicitada.
O caso agora segue para análise por meio Vara Criminal da Comarca de Caracaraí.
Fonte: Da Redação
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