Foto: Divulgação
Com a chegada de um novo ano, pais e responsáveis de alunos se preparam para a rotina do ano letivo, o que inclui a compra material escolar, fardamento e pagamento de taxas em caso de escolas particulares.
O Procon Assembleia é uma das instituições de Roraima que garante os direitos e alerta sobre os deveres dos consumidores que utilizam o serviço. O diretor do órgão, Aldo Carvalho, aconselha o consumidor a ler todo o contrato para não ter contratempos em casos de desistência ou débitos.
“É importante que ele sempre questione a forma que a instituição de ensino trabalha. Por exemplo, a empresa pode encerrar o contrato com o consumidor se ele tiver com algum débito, mas sempre no final do período letivo, não no meio. Não pode impedir que o aluno faça uma prova, realize algumas atividades”, explicou.
Em caso de o consumidor estar devendo, a dica é renegociar a dívida para que possa efetuar a rematrícula. Além disso, Carvalho alerta sobre a legislação que garante os direitos e deveres do pagante, referente à Lei Federal nº 9.870/1999.
“É muito importante que o consumidor tenha ciência dessas legislações. Se antes do início das aulas o pai ou mãe quiser desistir de colocar o filho naquela escola, ele pode cancelar a matrícula e pedir o ressarcimento do valor, mas a instituição pode reter até 5% do valor”, exemplificou Aldo.
Jennifer Monara é mãe de duas meninas, de 5 e 11 anos de idade. A mais velha estuda em escola particular e, em 2025, inicia o 6º ano do ensino fundamental. Com a mudança de série, a lista de material escolar diminuiu, mas o preço dos livros, solicitados pela escola, aumentou.
“Não vejo isso como algo negativo, pois é um material de qualidade que vai instruir minha filha a um futuro promissor. Sempre digo que estudo é investimento e a melhor herança que posso deixar para minhas filhas”, iniciou.
Contudo, não quer dizer que tal investimento não aperte no bolso. Por isso, ela e o marido traçam estratégias para não passarem sufoco na hora dos gastos com a escola particular.
“Como sabemos que teremos um gasto maior em janeiro com as taxas de matrícula e material escolar, economizamos nas festas de fim de ano ao evitar ir para confraternizações e fazer gastos supérfluos, a fim de poupar para a volta às aulas”, disse.
Apesar dos desafios e preocupações que muitos pais podem ter, o Sindicato de Escolas Particulares do Estado de Roraima garante que não há com o que se preocupar.
Conforme a presidente Susanmara Valle, a entidade respeita todas as normas estabelecidas pelas leis, o que assegura o direito do consumidor e, também, minimiza a possibilidade de problemas.
“As escolas sindicalizadas seguem o que determina a legislação, como não exigir material escolar de uso coletivo, por exemplo. Outro ponto importante é informar para os clientes o valor da anuidade até 40 dias antes do início das matrículas, pois pode haver reajuste do índice de inflação. O valor pode ser dividido em 13 vezes e, por isso, chamamos de ‘mensalidade’”, destacou.
Ela reforçou que o sindicato assegura os direitos das escolas, mas também pode ser uma ponte para esclarecer dúvidas dos pais e responsáveis.
Fonte: Da Redação
Falha no sistema impediu acesso ao tratamento; cada caixa custa quase R$10 mil
Certame prevê 226 vagas e salários de até R$ 39 mil
Decisão é do novo chefe do órgão, coronel Francisco Xavier
Políticos tentaram derrubar regra imposta pelo Tribunal Regional para as eleições marcadas para 21 de…
Pelo menos oito carros se envolveram no acidente
Esposa do senador Hiran Gonçalves deixou o Progressistas e se filiou ao PL em abril…