Foto: reprodução/TV-ALE-RR
Os deputados que compõem a Comissão Parlamentar de Inquérito que investiga denúncias sobre existência de organização criminosa voltada à grilagem de terras públicas, rurais e urbanas em Roraima, se reuniram pela primeira vez, nesta segunda-feira, 24, em Rorainópolis. Eles querem ouvir a população e discutir o plano de trabalho.
Fazem então parte da comissão os deputados Jorge Everton (União), como presidente; Armando Neto (PL), vice-presidente; Renato Silva (Podemos), relator; e os membros Marcinho Belota (PRTB), Chico Mozart (PRTB), Neto Loureiro (PMB) e o presidente da Casa, Soldado Sampaio (Republicanos).
O deputado Renato Silva comentou o objetivo da CPI. “Recebemos várias denúncias que várias pessoas com influência politica estão se apropriando da Gleba Baliza com 10, 15 20 mil hectares de terra. E não produz nem 1 mil hectares […] vamos investigar aquele cidadão que teve ocupação se realmente ele está produzindo naquele área […] vamos puxar para investigar ponto a ponto para saber quem são os grileiros”, disse Renato.
Durante a reunião, Armando Neto, chegou a elogiar a conduta da presidente do Instituto de Terras e Colonização de Roraima (Iteraima), Dilma Costa. Ela que também estava na reunião e é investigada por suspeita de grilagem.
“Quero dizer aqui a nossa presidente Dilma, uma mulher serena, de uma conduta que nos orgulha. Tenho respeito pela senhora e quero dizer que essa Casa Legislativa está aqui para auxiliar e fiscalizar para que o Estado dê certo. Tenho certeza que a senhora tem um contrato com a coisa pública […] E estaremos fazendo nosso papel com clareza, da mesma forma que a senhora tem feito o seu papel na presidência do Iteraima“, disse.
Além disso, o Procurador-Geral do Ministério Público de Contas, (MPC) Paulo Sérgio de Sousa, esclareceu os motivos do órgão instaurar investigação que apura suspeitas de irregularidades no Iteraima.
“Essa questão das terra vem se arrastando há mais de três anos. Temos vários inquéritos abertos e comecei a redesenhar a história […] a quantidade de procura feitas no MPC por produtores, familiares de produtores e servidores públicos técnicos do Instituto de Terras, motivaram tomar essa medida. Essa medida não é tomada como repressiva, mas como preventiva, pois a Gleba de Baliza não tomou destinos. E essa medida preventiva é para evitar que aconteça na Gleba Baliza o que aconteceu em outras do Estado”, disse.
Fonte: Da Redação
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