Foto: Ascom/CBM-RR
A Associação dos Policiais e Bombeiros Militares de Roraima (APBM-RR) publicou nota nesta segunda-feira (1º) para cobrar a promoção de bombeiros, bem como de policiais militares.
Conforme o texto, as promoções deveriam ocorrer em março e em abril deste ano, após a quebra do interstício, período entre uma promoção e outra.
A nota relata insatisfação e indignação por parte dos militares e diz que o governador Antonio Denarium prometeu a promoção em reuniões com a Associação.
“Diante disto, resta um sentimento de indignação em meio aos militares estaduais, especialmente por sempre acreditar e defender a gestão do Governador Antônio Denarium”.
Além disso, a APBM destacou que trabalho que os bombeiros vêm executando para combater os efeitos da estiagem em Roraima. Anteriormente, a reportagem mostrou que o Corpo de Bombeiros atua com apenas 364 bombeiros nos focos de incêndios.
“Senhor Governador, saiba que a nossa missão de servir e proteger vidas alheias, riquezas salvar, seja nas ruas da capital ou nas vicinais do interior do Estado, incluindo-se a atuação na Operação Verão Seguro de enfrentamento as consequências da estiagem, como é o caso dos incêndios florestais, está sendo executada com zelo e dedicação”.
No final da nota, a associação diz que a valorização dos militares do Estado não pode ser tratada como um “estelionato eleitoral”.
“Portanto, com sentimento do dever cumprido a cada dia, a valorização e o prestígio a nós militares estaduais, não pode ser colocado em segundo plano ou ser tratado semelhante a um estelionato eleitoral”.
A reportagem entrou em contato com o Governo de Roraima que, por meio de nota, informou que realizou 3.924 promoções na Polícia Militar e no Corpo de Bombeiros. na atual gestão. Deste total, 924 promoções ocorreram por meio de quebra de interstício, ou seja, promovidos antes do período regular de promoções.
Ressalta que a atual gestão realizou vários investimentos voltados a pessoal, salários e equipamentos para as duas corporações.
Para a PM, houve investimento, segundo o Governo, de mais de R$ 1,5 bilhão e para o CBM, mais de R$ 25 milhões em pessoal, diárias, auxílios financeiros e etc.
Por fim, afirmou que está trabalhando para se adequar à Lei de Responsabilidade Fiscal. Isso de forma a dar continuidade às promoções de forma equilibrada e sustentável para as finanças públicas.
Fonte: Da Redação
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