O senador Telmário Mota - Foto: Divulgação/O Globo
O senador por Roraima Telmário Mota (PROS) recebeu nova multa de R$ 25 mil por propaganda eleitoral antecipada. Desta vez, a condenação ocorreu por distribuição de brindes “com valor significativo” em nove municípios do estado. A decisão da juíza Joana Sarmento de Matos consta no Diário Oficial da Justiça desta quarta-feira (25).
Conforme a ação, movida pelo partido Movimento Democrático Brasileiro, aponta que todos os eventos ocorreram entre outubro e dezembro de 2021, período que antecede a pré-campanha. Além disso, o processo aponta a distribuição de carros, motocicletas, televisões, geladeiras e fogões.
Ainda de acordo com o processo, os sorteios ocorreram nestes municípios nas seguintes datas:
“Em relação e estes eventos, é de pontuar que foram realizados nos meses de outubro a dezembro de 2021, em 9 dos 15 municípios do estado. O que demonstra que as atividades desenvolvidas visavam atingir um grande número de pessoas, em diversas regiões, exatamente como uma campanha de candidato”, argumenta o MDB na ação.
Procurado, o senador Telmário Mota disse que “está bem clara a posição de alguns membros do judiciário” em tentar calá-lo. Ele afirmou que outros parlamentares, o governo e algumas prefeituras também fazem sorteios e distribuição de brindes, mas que só ele é multado.
No último dia 19, a Justiça Eleitoral de Roraima multou o senador Telmário Mota (PROS) em R$ 25 mil por propaganda eleitoral negativa contra o ex-senador Romero Jucá (MDB).
Já em dezembro do ano passado, a Justiça multou Telmário em R$ 10 mil por propaganda antecipada. Neste caso, ele usou grupos de Whatsapp para atacar Romero Jucá.
Conforme a representação do partido Movimento Democrático Brasileiro (MDB), Mota pediu votos e atacou Romero Jucá (MDB) em três grupos de Whatsapp. Em seguida, ele ainda fez publicações no Instagram e nos status do Whatsapp. As mensagens são de 28 de março deste ano.
Também em março, o parlamentar perdeu ação contra os jornalistas Bruno Perez e Iury Carvalho, da TV Imperial. Ele acusou os profissionais de veicular informação falsa. A decisão contra o processo do senador é da juíza Rafaelly da Silva Lampert do Tribunal de Justiça de Roraima (TJRR).
Fonte: Da Redação
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