Sede da Companhia de águas e Esgotos de Roraima - Foto: Divulgação/Caer
O Tribunal de Contas de Roraima (TCE-RR) iniciou investigações para apurar supostas irregularidades na condução de pregão realizado pela Companhia de Águas e Esgotos de Roraima (Caer).
No Pregão Presencial, apenas dois laboratórios participaram do processo licitatório. A saber, uma empresa apresentou o valor de R$2.581.206,00, enquanto que ganhou a licitação propôs R$3.361.038.00.
O objetivo do processo licitatório foi a contratação de laboratório para realização de serviços de coletas e análises de maior complexidade.
Isso, nas frequências mensais, bimestrais, trimestrais e semestrais em amostras de águas bruta, tratada e esgoto tratado, na Capital e demais Municípios.
A Caer desclassificou o laboratório que apresentou a menor proposta para executar o serviço “pelo fato da representante não ter enviado a procuração assinada de forma digital”, de acordo com a ata do Pregão.
Ainda com informações da ata, até a finalização da etapa de registro “o documento solicitado não foi enviado, motivo pelo qual não foi possível efetuar o credenciamento da empresa”.
A representante do laboratório não concordou com a decisão e proferiu acusações contra a Caer. Assim, informou que a empresa enviou os documentos por e-mail anteriormente, conforme edital.
Com isso, alegou ainda que a entrega da documentação nos Pregões Presenciais devem acontecer em sessão pública, desconsiderando os documentos encaminhados por outros meios digitais.
Em ata, a Companhia alegou que orientou o envio do arquivo eletrônico da procuração digital, mas que a empresa não atendeu em tempo hábil.
Com isso, a partir de um ajuste na proposta comercial, a segunda empresa venceu o processo licitatório no valor de R$3.045.822,00.
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