AUSENTE: status de Denarium nos debates também define sua gestão

Como governador, Denarium esteve ausente nas outras duas vezes que gestantes e servidores enfrentaram chuva dentro da maternidade

AUSENTE: status de Denarium nos debates também define sua gestão
Foto: Reprodução

Reflexo

Em todos os debates nestas eleições Antonio Denarium esteve ausente. É o reflexo da sua gestão quando se fala em cuidar de pessoas. Assim como fez em situações que necessitavam de resposta imediata do Estado, Denarium fez nos debates: virou as costas para a população.

Virou as costas para a Saúde

A ausência e angústia será a lembrança que as gestantes terão de sua gestão quando recordarem dos momentos de terror e fragilidade vividos na Maternidade Nossa Senhora de Nazareth, que funciona assim sob tendas e lonas que custam R$ 13 milhões. Como por exemplo, a noite de ontem em que as mães tiveram que tirar seus bebês dos leitos de UTI e saírem correndo em busca de um lugar seguro.

Ausente na pandemia

Ausente também define a ação de Denarium na pandemia. Não comprou medicamentos, nem contratou profissionais, deixou faltar EPI’s e insumos. Por outro lado, os jornais mostravam compras superfaturadas de EPI’s, pagamento antecipado e valor superfaturado de respiradores. E até mesmo dinheiro da Saúde na cueca de um senador.

Enquanto isso, mais de 2.000 pessoas morreram vítimas do vírus e da falta de gestão. Da falta de cuidado. Da ausência de uma pessoa humana na direção da vida delas naquele momento dentro do HGR.

Quem não lembra do desespero de pessoas realizando rifas e outras campanhas para arrecadação de medicamentos que faltavam para seus familiares que se encontrarvam na UTI?

Também virou as costas para a Educação

O Governo também virou as costas para os estudantes durante a pandemia. Eles ficaram dois anos apenas com aulas on-line. Mas não receberam o suporte necessário para isso. Sobretudo os que vivem no interior. Muitos alunos que moram em vicinais não tiveram sequer acesso às apostilas e outros materiais didáticos.

Com o retorno das aulas presenciais, eles voltaram a viver momentos de dificuldades. É que, apesar de dois anos sem atividades nas escolas, elas continuaram sem reforma. E, novamente os estudantes não receberam as condições mínimas para uma educação de qualidade. Em Rorainópolis, no Sul de Roraima, teve até manifestação de alunos nas ruas para reivindicações de melhorias na estrutura da escola.

Transporte escolar ausente

Por outro lado, quem precisa do transporte escolar também ficou prejudicado. Dois anos sem aulas presenciais não foram suficientes para a Secretaria de Educação contratar o serviço. E assim, muitos alunos continuaram sem frequentar a escola.

Por conta disso, grande parte dos estudantes tiveram o aprendizado prejudicado. E quem é que vai repor essa perda? Sobretudo, quem vai desenvolver um projeto para recuperar o que esses jovens perderam nesses anos de ingerência?

Reflexão

Os episódios de transtornos durante chuvas na maternidade improvisada ocorrem com frequência. Esse de ontem, por exemplo, foi a terceira vez de agosto para cá.

Nas outras vezes não houve pronunciamento por parte do Governo nem da Secretaria de Saúde. Não teve Defesa Civil nem cancelamento de agenda política. E menos ainda a visita do responsável por manter aquela estrutura.

Nesse ponto surge mais uma pergunta. Por que a maternidade não teve toda essa atenção e importância nas outras vezes que ficou alagada?

Então vamos aproveitar esse momento para refletir.

Da Redação

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