
Controle e análise
A prefeita de São João da Baliza, Luiza Maura (Progressistas), – aquela que ajustou o próprio salário ano passado – foi alvo de uma operação da Gaeco na quinta-feira, 5. O motivo foram denúncias da própria Secretaria de Educação do município de que Maura teria intervindo no seletivo para contratação de professores, pessoal de apoio e formação de cadastro reserva.
De acordo com a denúncia, Maura chegou ao ponto de que controlar as aprovações que deveriam passar por sua análise. Além disso, ela teria alterado as notas originalmente atribuídas pela comissão examinadora, o que resultou na modificação da classificação final dos candidatos.
Maura então é suspeita de fraudar um seletivo que é feito exatamente para selecionar pessoas aptas a atuarem em determinado cargo sem nenhum tipo de influência, além da própria capacidade. Caso comprovada as denúncias, Maura terá cometido o crime de fraude em certame público.
Destaque nacional
É curioso como certos políticos parecem gostar de ser destaque negativo na imprensa nacional. Ao invés do trabalho ser motivo de orgulho e exemplo, na verdade traz o estado para a discussão central da corrupção. O caso da denúncia da Maura foi uma dos que foi parar em destaque. E quem lembra, das inúmeras vezes que Antonio Denarium também esteve nas manchetes? Foi desde os piores rankings para o Estado até sua cassação.
Garimpo
A Polícia Federal realizou operação para combater o fornecimento ilegal de armas, munições e combustíveis para garimpos clandestinos em terras indígenas aqui em Roraima. E quem são os suspeitos de enviar armamento para a região? As investigações apontaram que um Policial Militar é o principal suspeito.
Não é de hoje que notícias sobre a participação de militares em esquemas criminosos apontam que existe uma máfia imperando dentro das corporações. Ano passado, o jornal o Globo, divulgou que esses policiais na verdade atuam em um milícia que protege ou extermina os garimpeiros.
Sem água
Em uma nova denúncia, um morador do João de Barro, apontou a falta de água na região. A situação segundo ele, dura há oito dias. Além disso, ele afirmou que quando existe o fornecimento, a água não sobe para as torneiras altas. O morador também ressaltou que só está cobrando atenção das autoridades porque é impossível fazer a rotina diária sem a água, ou seja, é um bem necessário que paga para usufruir mas não recebe. Vale lembrar que a Caer aplicou reajuste nas contas de água e esgoto, por isso é mais do que justo a Companhia forneça qualidade.